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As ciências sociais, a fé e as “coisas visíveis”

As ciências sociais, a fé e as “coisas visíveis”

Na sua Introdução ao Cristianismo, publicada em 1967 quando era professor em Tubingen, o então sacerdote Joseph Ratzinger detém-se, num dos primeiros capítulos, na apresentação do binómio ciência e fé, sublinhando: “fica claro que existem duas formas fundamentais de comportamento em relação à realidade, sendo que nenhuma das duas pode ser reduzida à outra, porque se situam em planos completamente diferentes”. [Texto de Ana Nunes de Almeida].

Papa Francisco: um “viva” para a poesia

Curadoria de Antonio Spadaro

Papa Francisco: um “viva” para a poesia

“Caro irmão, viva a poesia! Fico feliz que tenha reunido os textos que escrevi ao longo dos anos sobre a importância da poesia. Gostaria que a poesia ocupasse um papel importante nas nossas universidades! Precisamos de recuperar o gosto pela literatura nas nossas vidas, mas também na nossa educação, caso contrário seremos como um fruto seco. A poesia ajuda-nos a sermos humanos, e hoje precisamos muito dela.”

Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal

Ensaio

Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal

Ao longo da história dos dogmas, a teologia cristã sempre lutou contra os extremos filosóficos, seja o realismo ingénuo, seja o idealismo angélico. Nem há corpo sem espírito, como nem há espírito sem corpo. Nem humanidade sem divindade, nem divindade sem humanidade. Mas hoje regressam em força novas formas neoplatónicas.

As ciências sociais, a fé e as “coisas visíveis”

As ciências sociais, a fé e as “coisas visíveis”

Na sua Introdução ao Cristianismo, publicada em 1967 quando era professor em Tubingen, o então sacerdote Joseph Ratzinger detém-se, num dos primeiros capítulos, na apresentação do binómio ciência e fé, sublinhando: “fica claro que existem duas formas fundamentais de comportamento em relação à realidade, sendo que nenhuma das duas pode ser reduzida à outra, porque se situam em planos completamente diferentes”. [Texto de Ana Nunes de Almeida].

Papa Francisco: um “viva” para a poesia

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“Caro irmão, viva a poesia! Fico feliz que tenha reunido os textos que escrevi ao longo dos anos sobre a importância da poesia. Gostaria que a poesia ocupasse um papel importante nas nossas universidades! Precisamos de recuperar o gosto pela literatura nas nossas vidas, mas também na nossa educação, caso contrário seremos como um fruto seco. A poesia ajuda-nos a sermos humanos, e hoje precisamos muito dela.”

Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal

Ensaio

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Ao longo da história dos dogmas, a teologia cristã sempre lutou contra os extremos filosóficos, seja o realismo ingénuo, seja o idealismo angélico. Nem há corpo sem espírito, como nem há espírito sem corpo. Nem humanidade sem divindade, nem divindade sem humanidade. Mas hoje regressam em força novas formas neoplatónicas.

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