Opinião
Opinião
[A Palavra e a vida]
Bíblia e atenção aos anciãos
A fé bíblica solicita com vigor o respeito para com o ancião, também por ele ser frágil: “Levanta-te diante dos cabelos brancos e honra o rosto do ancião; teme o teu Deus” (Lev 19,32). Honrar os anciãos era abrir o futuro aos jovens. O sábio Ben Sira recomenda-o: “Não desprezes um ancião, porque também nós envelheceremos” (8,6). [Texto de Armindo Vaz, frade da Ordem dos Carmelitas Descalços]
[Metáforas vivas]
Sentinelas da Casa Comum
Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.
Trago comigo (13)
Quando os livros nos trazem memórias de infância
Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.
[Arquipélago Jerusalém]
Peter Pan e os seus pais
Portugal está a tornar-se uma Terra do Nunca onde o nosso Peter Pan vive no antigo quarto de solteiro, tem um mestrado, dois estágios, recibos verdes e palavra-passe das Finanças. Não se recusa a crescer. Recusam-lhe o salário, a casa, a estabilidade e lugar de adulto. Depois acusam-no de não sair de casa. [Texto de Castro Mendes Henriques].
Trago comigo (12)
Fazer do mundo uma casa
Publicamos a seguir o décimo segundo texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Mário Robalo leva-nos a conhecer um pouco mais do filósofo catalão Josep Maria Esquirol.
[A Palavra e a vida]
Velhice e sabedoria na Bíblia
Compreende-se que a Bíblia faça a exaltação e o encómio da velhice. É para ela, conjugada com a sabedoria, que convergem os valores mais nobres da vida inteira, como: o discernimento entre o que é importante e o que não é, entre o que pode mudar e o que deve permanecer, entre o que é perene e o que é caduco, a consciência dos limites, a coragem (…). [Texto Armindo Vaz, OCD].
[Trago comigo - 11]
Stabat Mater
Neste décimo primeiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória., Lucy Wainewright convida-nos a ir até aos aos anos 60 do século passado, recordando a sua experiência de internato no convento do séc. XVII que fora habitado por monges arrábidos (franciscanos) até 1833, e onde funcionava então um colégio interno para raparigas.
[Trago comigo - 10]
Um certo verão que se descobre em três filmes
Uma estação feita de cinema, com a areia da praia a pousar no ecrã e a floresta a abrir novas histórias. Três filmes diferentes, três histórias de descobertas [Texto de Miguel Marujo]
[Arquipélago Jerusalém]
Clausewitz no Donbass
Carl von Clausewitz morreu em 1831, sem ter conhecido a Ucrânia independente desde 24 de Agosto de 1991 – drones, mísseis hipersónicos nem as trincheiras do Donbass. Mas conheceu o tirano Napoleão, e combateu-o; conheceu a Rússia, onde serviu em 1812; e percebeu melhor do que muitos estrategas que a guerra nunca é apenas uma questão de forças armadas (…). [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Metáforas vivas]
Sentinelas da Casa Comum
Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.
Trago comigo (13)
Quando os livros nos trazem memórias de infância
Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.
[Arquipélago Jerusalém]
Peter Pan e os seus pais
Portugal está a tornar-se uma Terra do Nunca onde o nosso Peter Pan vive no antigo quarto de solteiro, tem um mestrado, dois estágios, recibos verdes e palavra-passe das Finanças. Não se recusa a crescer. Recusam-lhe o salário, a casa, a estabilidade e lugar de adulto. Depois acusam-no de não sair de casa. [Texto de Castro Mendes Henriques].
Trago comigo (12)
Fazer do mundo uma casa
Publicamos a seguir o décimo segundo texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Mário Robalo leva-nos a conhecer um pouco mais do filósofo catalão Josep Maria Esquirol.
[A Palavra e a vida]
Velhice e sabedoria na Bíblia
Compreende-se que a Bíblia faça a exaltação e o encómio da velhice. É para ela, conjugada com a sabedoria, que convergem os valores mais nobres da vida inteira, como: o discernimento entre o que é importante e o que não é, entre o que pode mudar e o que deve permanecer, entre o que é perene e o que é caduco, a consciência dos limites, a coragem (…). [Texto Armindo Vaz, OCD].
[Trago comigo - 11]
Stabat Mater
Neste décimo primeiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória., Lucy Wainewright convida-nos a ir até aos aos anos 60 do século passado, recordando a sua experiência de internato no convento do séc. XVII que fora habitado por monges arrábidos (franciscanos) até 1833, e onde funcionava então um colégio interno para raparigas.
[Trago comigo - 10]
Um certo verão que se descobre em três filmes
Uma estação feita de cinema, com a areia da praia a pousar no ecrã e a floresta a abrir novas histórias. Três filmes diferentes, três histórias de descobertas [Texto de Miguel Marujo]
[Arquipélago Jerusalém]
Clausewitz no Donbass
Carl von Clausewitz morreu em 1831, sem ter conhecido a Ucrânia independente desde 24 de Agosto de 1991 – drones, mísseis hipersónicos nem as trincheiras do Donbass. Mas conheceu o tirano Napoleão, e combateu-o; conheceu a Rússia, onde serviu em 1812; e percebeu melhor do que muitos estrategas que a guerra nunca é apenas uma questão de forças armadas (…). [Texto de Mendo Castro Henriques].
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