Dossiês
Dossiês
Pelo quinto ano consecutivo
Universidade Católica abre candidaturas para 15 bolsas destinadas a refugiados
A Universidade Católica Portuguesa (UCP) abriu candidaturas para a atribuição de 15 bolsas de estudo destinadas a refugiados. O programa, inserido na Iniciativa de Apoio a Estudantes e Investigadores Refugiados, será implementado pelo quinto ano consecutivo.
Visto de fora (2)
“Libération”: a visibilidade do catolicismo
Os acontecimentos religiosos não são tradicionalmente uma prioridade informativa do diário francês Libération, mas à Jornada Mundial da Juventude dedicou o jornal, no dia de abertura, quatro páginas integrais e uma referência no topo da primeira página. “Em Lisboa, Jesus regressa para junto dos seus”, diz o título do texto principal.
Manuel Clemente, na missa de abertura da JMJ
“O mundo novo começa na novidade de cada encontro”
“O mundo novo começa na novidade de cada encontro e na sinceridade da saudação que trocamos, para que sejamos pessoas entre pessoas, numa visitação mútua e constante!”, afirmou esta terça-feira, 1 de agosto, o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, na homilia da missa de abertura da Jornada Mundial da Juventude, na véspera da chegada do Papa Francisco a Portugal.
Em forma de álbum
Costa oferece ao Papa 124 santuários marianos
São 124 santuários marianos do país, distribuídos por todo o território do Continente e Regiões Autónomas. E também pelo mar, como refere o cardeal-patriarca de Lisboa no prefácio da obra que na tarde desta quarta-feira, dia 2, o primeiro-ministro António Costa oferecerá ao Papa Francisco, em nome do Governo português.
Visto de fora
“La Croix”: Um assunto dos jovens
O diário francês La Croix tem prestado uma significativa atenção à Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Hoje, por exemplo, destaca uma circunstância lamentável: apesar de a iniciativa pretender congregar jovens de todos os continentes, os jovens africanos têm sido confrontados com a relutância do país anfitrião em conceder-lhes o visto de entrada no território.
Direito à festa, direito à esperança
Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.
Testemunho ao 7MARGENS
Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”
Quando os pais de Rejoice escolheram o seu nome (que significa “alegra-te, rejubila”), queriam que ele fosse prenúncio de um futuro risonho, mas estavam longe de imaginar que viesse a traduzir na perfeição o sentimento da filha por poder participar numa Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A própria Rejoice parece ainda não acreditar que faz parte do grupo de seis peregrinos que vieram do Sudão do Sul até Lisboa para o encontro mundial de jovens com o Papa. Sentada junto ao campo desportivo da Escola Básica e Secundária António Bento Franco, na Ericeira (paróquia da diocese de Lisboa que a vai acolher ao longo dos próximos dias), é com os olhos marejados de lágrimas – de alegria, claro – que, nesta segunda-feira, 31 de julho, diz já ter aprendido a grande lição desta Jornada que só agora vai começar: “Se nós conseguimos estar aqui, então nada é impossível. Nesta vida, nada é impossível, desde que coloquemos Deus em primeiro lugar”.
Diálogo inter-religioso integra primeiros momentos da JMJ
Os corações da pequena Zayna acolheram na Mesquita os jovens católicos do Peru
A pequena Zayna abeira-se, um a um, dos jovens (e alguns adultos) peruanos, que chegaram a Lisboa, via Madrid, no domingo à noite. Segunda-feira à tarde, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) está na véspera do seu início oficial, mas o ambiente já é de festa, encontro, muito brilho no olhar, sorrisos a transbordar. Lisboa enche-se de cor nas vestes e nos corações.
Aproximar mundos
E um casal de uma aldeia do Douro a morrer de saudades de dois rapazes de Cabo Verde. Dois filhos que lá têm agora.
Visto de fora (2)
“Libération”: a visibilidade do catolicismo
Os acontecimentos religiosos não são tradicionalmente uma prioridade informativa do diário francês Libération, mas à Jornada Mundial da Juventude dedicou o jornal, no dia de abertura, quatro páginas integrais e uma referência no topo da primeira página. “Em Lisboa, Jesus regressa para junto dos seus”, diz o título do texto principal.
Manuel Clemente, na missa de abertura da JMJ
“O mundo novo começa na novidade de cada encontro”
“O mundo novo começa na novidade de cada encontro e na sinceridade da saudação que trocamos, para que sejamos pessoas entre pessoas, numa visitação mútua e constante!”, afirmou esta terça-feira, 1 de agosto, o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, na homilia da missa de abertura da Jornada Mundial da Juventude, na véspera da chegada do Papa Francisco a Portugal.
Em forma de álbum
Costa oferece ao Papa 124 santuários marianos
São 124 santuários marianos do país, distribuídos por todo o território do Continente e Regiões Autónomas. E também pelo mar, como refere o cardeal-patriarca de Lisboa no prefácio da obra que na tarde desta quarta-feira, dia 2, o primeiro-ministro António Costa oferecerá ao Papa Francisco, em nome do Governo português.
Visto de fora
“La Croix”: Um assunto dos jovens
O diário francês La Croix tem prestado uma significativa atenção à Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Hoje, por exemplo, destaca uma circunstância lamentável: apesar de a iniciativa pretender congregar jovens de todos os continentes, os jovens africanos têm sido confrontados com a relutância do país anfitrião em conceder-lhes o visto de entrada no território.
Direito à festa, direito à esperança
Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.
Testemunho ao 7MARGENS
Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”
Quando os pais de Rejoice escolheram o seu nome (que significa “alegra-te, rejubila”), queriam que ele fosse prenúncio de um futuro risonho, mas estavam longe de imaginar que viesse a traduzir na perfeição o sentimento da filha por poder participar numa Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A própria Rejoice parece ainda não acreditar que faz parte do grupo de seis peregrinos que vieram do Sudão do Sul até Lisboa para o encontro mundial de jovens com o Papa. Sentada junto ao campo desportivo da Escola Básica e Secundária António Bento Franco, na Ericeira (paróquia da diocese de Lisboa que a vai acolher ao longo dos próximos dias), é com os olhos marejados de lágrimas – de alegria, claro – que, nesta segunda-feira, 31 de julho, diz já ter aprendido a grande lição desta Jornada que só agora vai começar: “Se nós conseguimos estar aqui, então nada é impossível. Nesta vida, nada é impossível, desde que coloquemos Deus em primeiro lugar”.
Diálogo inter-religioso integra primeiros momentos da JMJ
Os corações da pequena Zayna acolheram na Mesquita os jovens católicos do Peru
A pequena Zayna abeira-se, um a um, dos jovens (e alguns adultos) peruanos, que chegaram a Lisboa, via Madrid, no domingo à noite. Segunda-feira à tarde, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) está na véspera do seu início oficial, mas o ambiente já é de festa, encontro, muito brilho no olhar, sorrisos a transbordar. Lisboa enche-se de cor nas vestes e nos corações.
Aproximar mundos
E um casal de uma aldeia do Douro a morrer de saudades de dois rapazes de Cabo Verde. Dois filhos que lá têm agora.
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