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Bispo na Nigéria denuncia: “É genocídio. Até matam recém-nascidos e queimam homens e mulheres vivos”

Ataques prosseguem

Bispo na Nigéria denuncia: “É genocídio. Até matam recém-nascidos e queimam homens e mulheres vivos”

Os ataques contra comunidades cristãs na Nigéria tornaram-se “recorrentes, quase diários”, denuncia o bispo Wilfred Chikpa Anagbe, de Makurdi. Em declarações à agência SIR na última semana, no mesmo dia em que mais um violento ataque teve como alvo um seminário no Estado de Edo (centro-sul do país), o religioso diz não ter quaisquer dúvidas: “É uma jihad, uma guerra de limpeza étnica, um genocídio”. 

Aniversário do massacre de Srebrenica “é um lembrete de como o mal pode ser poderoso”

Bósnia-Herzegovina

Aniversário do massacre de Srebrenica “é um lembrete de como o mal pode ser poderoso”

Foi o massacre mais grave ocorrido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial: a 11 de julho de 1995, no enclave de Srebrenica (Bósnia), pelo menos 8.372 homens – na sua maioria muçulmanos – foram assassinados pelas tropas do general sérvio-bósnio Ratko Mladic. Passados trinta anos, com muitas feridas ainda abertas naquela região, a Igreja Católica “quer cumprir a sua missão de reconciliação”, e também assegurar que a memória não se perde, para que o mal não torne a vencer.

É possível ter “alma portuguesa” e “fé islâmica”? Sim, e estas mulheres são a prova disso

Projeto promove integração

É possível ter “alma portuguesa” e “fé islâmica”? Sim, e estas mulheres são a prova disso

Mariam, Nurjaha, Aisha, Shahista, Nesrine, Taslima, Mariama, Rucssana, Zohra, Fátima, Amrin, Vera, Cristina, Haula, Shahina, Soraia, Zeinab, Francelina, Sarika, Joana, Sara. Esta lista de nomes, sim, é pública e pode ser partilhada. São nomes de mulheres que se definem como “portuguesas, muçulmanas, livres”, e que decidiram dar a cara para mostrar algo que para elas sempre foi claro: “é possível viver plenamente a identidade portuguesa e a fé islâmica, sem que uma anule a outra”.

“Em relação aos migrantes, estamos a ultrapassar barreiras que nos desumanizam”

Eugénia Quaresma, diretora da OCPM

“Em relação aos migrantes, estamos a ultrapassar barreiras que nos desumanizam”

É com “preocupação” que assiste ao aumento da xenofobia em Portugal – desde logo no Parlamento e da parte de pessoas que se dizem cristãs – e também às propostas de alteração às leis da nacionalidade e dos estrangeiros. Mas, há mais de dez anos ao leme do Secretariado Nacional da Mobilidade Humana, Eugénia Quaresma não desiste de contribuir para “construir a unidade na diversidade”. E falou disso ao 7MARGENS.

ONG denunciam “nova onda de repressão” religiosa no Irão

Após conflito com Israel

ONG denunciam “nova onda de repressão” religiosa no Irão

As forças de segurança iranianas detiveram dezenas de membros de minorias religiosas no país, particularmente bahá’ís e judeus, durante e após a recente guerra com Israel, denunciaram vários grupos de defesa dos direitos humanos. Estas detenções fazem parte de uma “nova onda de repressão” no país, com as autoridades a quererem aproveitar-se do conflito como pretexto para “reafirmar a autoridade absoluta por meio do medo”.

“Sinais de discriminação e intolerância” preocupam Comissão da Liberdade Religiosa

Com conflitos a avolumar-se

“Sinais de discriminação e intolerância” preocupam Comissão da Liberdade Religiosa

Alguns “acontecimentos e tomadas de posição recentes” relativamente a diferentes comunidades religiosas minoritárias estabelecidas em Portugal estão a preocupar a Comissão da Liberdade Religiosa, que acaba de emitir um comunicado, afirmando que estes constituem, “a seu ver, discriminação” e são sinal de  “incompreensão ou mesmo intolerância que importa combater”.

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Bósnia-Herzegovina

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Foi o massacre mais grave ocorrido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial: a 11 de julho de 1995, no enclave de Srebrenica (Bósnia), pelo menos 8.372 homens – na sua maioria muçulmanos – foram assassinados pelas tropas do general sérvio-bósnio Ratko Mladic. Passados trinta anos, com muitas feridas ainda abertas naquela região, a Igreja Católica “quer cumprir a sua missão de reconciliação”, e também assegurar que a memória não se perde, para que o mal não torne a vencer.

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