Opinião
Opinião
[Entre Margens]
As mesas de Deus
Em qualquer cultura a mesa representa sempre proximidade, conexão, comunicação, comunhão, partilha e prazer. Segundo Karnal, “a verdadeira ideia de etiqueta à mesa é fazer o convidado sentir-se à vontade.” O nosso Deus senta-se à mesa connosco e faz-nos sentir à vontade. [Texto de José Brissos-Lino].
[Olhar de teóloga]
136.368 quilómetros depois
136.368 são os quilómetros que percorri em três anos a falar, comentar, explicar, partilhar e aprender sobre a sinodalidade e o Sínodo [da Igreja Católica] que nos recordou a sua existência. Confesso que, quando contei, parecia uma vertigem, mas cada um deles valeu a pena.
O cardeal Ranjith, do Sri Lanka, proíbe a presença de mulheres no altar, mas porquê?
O cardeal Malcolm Ranjith, do Sri Lanka, tomou a iniciativa de manter as mulheres afastadas do altar. Em outubro passado, decretou que não haveria mulheres acólitas na sua arquidiocese. [Texto de Phyllis Zagano]
[Metáforas vivas]
E paz na terra
Este texto corresponde à homilia de dia 1 de janeiro [Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade // Dia Mundial da Paz ― c ― 2025], proferida pelo Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, na Igreja de S. Paulo do Seminário.
O “nosso” Deus, também Deus de “todos os outros”
Este texto é o da homilia feita por Adelino Ascenso na Capela do Rato, no domingo, 29 de Dezembro, festa da Sagrada Família na liturgia católica. Os textos bíblicos lidos foram dos livros de Ben Sira (3, 3-7. 14-17a), Salmo 127 (128) (1-2. 3. 4-5), Carta aos Colossenses (3, 12-21) e Evangelho Segundo Lucas (2, 41-52).
A Europa e a Paz
Talvez nem todos se lembrem de que o primeiro dos objetivos daquela comunidade que hoje se designa como União Europeia foi a da construção da paz num continente marcado por séculos de conflitos bélicos que opuseram grupos, povos e nações. Conflitos que culminaram em duas guerras mundiais. [Texto de Pedro Vaz Patto].
Tempos muito perigosos
“Exorto-vos a todos a viver este tempo forte de Natal com uma oração vigilante e uma esperança ardente”, sendo um “tempo de graça, irradiando a alegria que é fruto do encontro com Jesus” – acaba de proclamar o Papa Francisco. Mas acastelam-se nuvens negras no horizonte e o apelo é mais necessário que nunca. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].
Iluminar o mundo
Um dos episódios mais interessantes do tempo litúrgico do Natal é o de Simeão quando encontra o Menino Jesus no Templo de Jerusalém e reconhece nele a resposta de Deus. [Texto de José Brissos-Lino].
[Moçambique, margem Sul]
Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte
Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.
[Olhar de teóloga]
136.368 quilómetros depois
136.368 são os quilómetros que percorri em três anos a falar, comentar, explicar, partilhar e aprender sobre a sinodalidade e o Sínodo [da Igreja Católica] que nos recordou a sua existência. Confesso que, quando contei, parecia uma vertigem, mas cada um deles valeu a pena.
O cardeal Ranjith, do Sri Lanka, proíbe a presença de mulheres no altar, mas porquê?
O cardeal Malcolm Ranjith, do Sri Lanka, tomou a iniciativa de manter as mulheres afastadas do altar. Em outubro passado, decretou que não haveria mulheres acólitas na sua arquidiocese. [Texto de Phyllis Zagano]
[Metáforas vivas]
E paz na terra
Este texto corresponde à homilia de dia 1 de janeiro [Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade // Dia Mundial da Paz ― c ― 2025], proferida pelo Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, na Igreja de S. Paulo do Seminário.
O “nosso” Deus, também Deus de “todos os outros”
Este texto é o da homilia feita por Adelino Ascenso na Capela do Rato, no domingo, 29 de Dezembro, festa da Sagrada Família na liturgia católica. Os textos bíblicos lidos foram dos livros de Ben Sira (3, 3-7. 14-17a), Salmo 127 (128) (1-2. 3. 4-5), Carta aos Colossenses (3, 12-21) e Evangelho Segundo Lucas (2, 41-52).
A Europa e a Paz
Talvez nem todos se lembrem de que o primeiro dos objetivos daquela comunidade que hoje se designa como União Europeia foi a da construção da paz num continente marcado por séculos de conflitos bélicos que opuseram grupos, povos e nações. Conflitos que culminaram em duas guerras mundiais. [Texto de Pedro Vaz Patto].
Tempos muito perigosos
“Exorto-vos a todos a viver este tempo forte de Natal com uma oração vigilante e uma esperança ardente”, sendo um “tempo de graça, irradiando a alegria que é fruto do encontro com Jesus” – acaba de proclamar o Papa Francisco. Mas acastelam-se nuvens negras no horizonte e o apelo é mais necessário que nunca. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].
Iluminar o mundo
Um dos episódios mais interessantes do tempo litúrgico do Natal é o de Simeão quando encontra o Menino Jesus no Templo de Jerusalém e reconhece nele a resposta de Deus. [Texto de José Brissos-Lino].
[Moçambique, margem Sul]
Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte
Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.
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