Opinião
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Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba
O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Entre Margens]
Edgar Morin vai para o céu?
O pensamento de Morin sobre o fenómeno da Salvação emerge de vários factores, pressupondo uma leitura complexa, como ele fez toda a sua vida.
Questiono-me como é que em Morin este sistema de ideias (Salvação) organiza o caos da morte, mantém a coesão social, regula a ansiedade individual e, ao mesmo tempo, se modifica ao longo da história segundo o pensamento deste sociólogo e filósofo. [Texto de Alberto Teixeira].
[Entre Margens]
O cônsul que não se calou
No dia 16 de junho, deparei-me com a seguinte notícia no jornal Sete Margens: “A Fundação Aristides de Sousa Mendes e a Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Cidade assinalam esta quarta-feira, 17 de junho, em Lisboa, o Dia da Consciência, evocando o gesto do diplomata português que, em 1940, decidiu conceder vistos a milhares de refugiados, contrariando as ordens do regime de Salazar”. [Texto de Denise Sabino].
[Dicionário particular III]
‘t’ de trilionário
Os números são o meu dia-a-dia, mas tenho alguma dificuldade em processar números com demasiados zeros. Prefiro contagens simples como contar os dias que faltam para ir de férias. Sinto-me totalmente incapaz de alcançar a abstração vertiginosa de um trilião de euros, mas é isso que Elon Musk tem carimbado na testa desde que a SpaceX entrou na bolsa de valores. [Texto de Júlia Costa].
[Entre Margens]
Agora, o que fazer com a “Magnífica Humanidade”?
Muito já foi escrito sobre a primeira Encíclica de Leão XIV. A minha preocupação, agora, tem que ver com o que, pastoralmente, se vai fazer com ela. É que os importantes documentos do Magistério da Igreja com dimensão social costumam ter muito eco aquando da publicação e, depois, ficam a criar pó nas estantes de quem os adquiriu. [Texto de Eugénio Fonseca].
[Olhar de teóloga]
Pobre Samaritana e os outros
Pobre cananeia, pobre Maria Madalena e, até mesmo, pobre Maria. Nestes últimos dias, ao ler o comunicado do Vaticano sobre a recusa em autorizar que os leigos possam proferir a homilia nas celebrações litúrgicas, tal como solicitado pelos bispos alemães, pensei nas mulheres acima mencionadas. Texto de Cristina Inogés Sanz].
[Entre Margens]
Fernando Alexandre e os exames nacionais: o viés que volta a cavalo
Ao problema do viés, noção que, por agora, me dispenso de clarificar, tem-se respondido com medidas como a normalização e crescente detalhe dos critérios de correcção, com a formação de correctores ou com a alteração do figurino das provas, substituindo a produção escrita por questões de escolha múltipla, para só mencionar algumas. [Texto de João Santos].
[Fora de portas]
Afecto e cuidado: a resistência à banalidade
Por estes dias, na correnteza em catadupa das notícias a propósito do Mundial de Futebol, uma reportagem de duas páginas no jornal PÚBLICO, do passado dia 2, desperta o interesse pelo título, mesmo a quem pouco se interesse por futebol: «Camisolas leiloadas directamente das costas dos jogadores». [Texto de Mário Robalo].
[A Palavra e a Vida]
Velhice e tempo na Bíblia
Quem não lê as histórias de longevidade dos anciãos bíblicos perde uma incalculável riqueza, que os potenciais anciãos de hoje podem herdar. De facto, a longevidade daqueles não é um concurso sobre quem viveu mais. É meditação sobre o tempo que passa inexorável, sobre a experiência humana indelével e sobre a ligação do humano ao divino. [Crónica de Armindo Vaz]
[Entre Margens]
Edgar Morin vai para o céu?
O pensamento de Morin sobre o fenómeno da Salvação emerge de vários factores, pressupondo uma leitura complexa, como ele fez toda a sua vida.
Questiono-me como é que em Morin este sistema de ideias (Salvação) organiza o caos da morte, mantém a coesão social, regula a ansiedade individual e, ao mesmo tempo, se modifica ao longo da história segundo o pensamento deste sociólogo e filósofo. [Texto de Alberto Teixeira].
[Entre Margens]
O cônsul que não se calou
No dia 16 de junho, deparei-me com a seguinte notícia no jornal Sete Margens: “A Fundação Aristides de Sousa Mendes e a Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Cidade assinalam esta quarta-feira, 17 de junho, em Lisboa, o Dia da Consciência, evocando o gesto do diplomata português que, em 1940, decidiu conceder vistos a milhares de refugiados, contrariando as ordens do regime de Salazar”. [Texto de Denise Sabino].
[Dicionário particular III]
‘t’ de trilionário
Os números são o meu dia-a-dia, mas tenho alguma dificuldade em processar números com demasiados zeros. Prefiro contagens simples como contar os dias que faltam para ir de férias. Sinto-me totalmente incapaz de alcançar a abstração vertiginosa de um trilião de euros, mas é isso que Elon Musk tem carimbado na testa desde que a SpaceX entrou na bolsa de valores. [Texto de Júlia Costa].
[Entre Margens]
Agora, o que fazer com a “Magnífica Humanidade”?
Muito já foi escrito sobre a primeira Encíclica de Leão XIV. A minha preocupação, agora, tem que ver com o que, pastoralmente, se vai fazer com ela. É que os importantes documentos do Magistério da Igreja com dimensão social costumam ter muito eco aquando da publicação e, depois, ficam a criar pó nas estantes de quem os adquiriu. [Texto de Eugénio Fonseca].
[Olhar de teóloga]
Pobre Samaritana e os outros
Pobre cananeia, pobre Maria Madalena e, até mesmo, pobre Maria. Nestes últimos dias, ao ler o comunicado do Vaticano sobre a recusa em autorizar que os leigos possam proferir a homilia nas celebrações litúrgicas, tal como solicitado pelos bispos alemães, pensei nas mulheres acima mencionadas. Texto de Cristina Inogés Sanz].
[Entre Margens]
Fernando Alexandre e os exames nacionais: o viés que volta a cavalo
Ao problema do viés, noção que, por agora, me dispenso de clarificar, tem-se respondido com medidas como a normalização e crescente detalhe dos critérios de correcção, com a formação de correctores ou com a alteração do figurino das provas, substituindo a produção escrita por questões de escolha múltipla, para só mencionar algumas. [Texto de João Santos].
[Fora de portas]
Afecto e cuidado: a resistência à banalidade
Por estes dias, na correnteza em catadupa das notícias a propósito do Mundial de Futebol, uma reportagem de duas páginas no jornal PÚBLICO, do passado dia 2, desperta o interesse pelo título, mesmo a quem pouco se interesse por futebol: «Camisolas leiloadas directamente das costas dos jogadores». [Texto de Mário Robalo].
[A Palavra e a Vida]
Velhice e tempo na Bíblia
Quem não lê as histórias de longevidade dos anciãos bíblicos perde uma incalculável riqueza, que os potenciais anciãos de hoje podem herdar. De facto, a longevidade daqueles não é um concurso sobre quem viveu mais. É meditação sobre o tempo que passa inexorável, sobre a experiência humana indelével e sobre a ligação do humano ao divino. [Crónica de Armindo Vaz]
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