Opinião
Opinião
Trago comigo (13)
Quando os livros nos trazem memórias de infância
Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.
Edgar Morin e as Lições da História (3/3)
Um só indivíduo pode mudar o curso da história mundial
Lições da História (edição Crítica) é a última obra de Edgar Morin. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, o segundo acerca da natureza “tão humana e tão desumana” da guerra; este último é sobre a capacidade de alguns indivíduos para mudarem o curso da história mundial.
Sagrada Família ou Família Sagrada?
“Não devemos olhar para a Família de Nazaré como um exemplo que nos “esmaga” quando confrontado com a nossa vida e olhando para as nossas fragilidades. A Sagrada Família convida-nos, antes, a viver, sem peso nem culpa, mas com um olhar misericordioso e de esperança para connosco próprios, por forma a sermos cada vez mais d’Ele e, por isso, mais uns dos outros.” [Texto de Daniela e Nuno Trindade]
[Crónica da Europa]
Bom Ano Novo
Logo na primeira página, em letra infantil e esforçada mas de boa qualidade, lê-se, num tom que a sociologia marxista designaria por “clerical-fascista”: “Respeitai as autoridades!” O texto vinha num tom solene e definitivo: o pai mandava em casa, o professor mandava na escola, e aos filhos e alunos competia amar, respeitar e obedecer. [Texto de Mendo Castro Henriques].
2025 – O ano da mulher selvagem
A mulher selvagem tomou a minha vida de assalto ou, pelo menos, o meu instagram. Ainda bem, já era tempo de nos reencontrarmos. Todos nos cruzámos com ela, pelo menos uma vez na vida. Espero bem que sim. Demos por ter entrado no café, pelo qualquer coisa na voz ou na cadência da passada que nos fez instintivamente voltar a cabeça na sua direcção. [Texto de Marta Saraiva].
Editorial
2026: Ainda plantaremos oliveiras
É só uma mudança de data. Mas à conta dela exorcizamos fantasmas, exprimimos desejos, saudamos familiares e amigos, manifestamos vontades de mudança. Depois, o efeito e os desejos dos brindes passam rapidamente, esquecidos na vertigem do ritmo com que regressamos aos trabalhos, às lides, às preocupações. Ou talvez não…
Edgar Morin e as Lições da História (2/3)
Nada é tão humano ou tão desumano como a guerra
Lições da História (edição Crítica) é a sua última obra. “Um livro breve e luminoso que nos convida a reflectir sobre a evolução caótica do mundo atual”, traduzindo um “pensamento fulgurante, que continua a iluminar-nos”, como escrevia Le Monde. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, este é sobre a guerra.
Análise
A viagem internacional do Papa Leão XIV: reflexões como muçulmano
“É agora imprescindível tirar conclusões concretas e práticas da viagem papal à Turquia e ao Líbano. Insisto que a paz, que é a essência de todas as religiões, não implica apenas a ausência de guerra.” – A análise do imã Marwan Gill
[Dicionário particular II]
‘t’ de tempo – porque o tempo pergunta sempre
O tempo voa, sim, pode voar, mas somos nós que lhe damos as asas, enchendo-o de tarefas dispensáveis, de urgências que o não são, de agendas embrulhadas em ansiedade. Queixamo-nos que a vida é um sopro, como se não fossemos nós a soprar. E o tempo, coitado, limita-se a cumprir o seu ofício: avançar. [Texto de Júlia Costa].
Edgar Morin e as Lições da História (3/3)
Um só indivíduo pode mudar o curso da história mundial
Lições da História (edição Crítica) é a última obra de Edgar Morin. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, o segundo acerca da natureza “tão humana e tão desumana” da guerra; este último é sobre a capacidade de alguns indivíduos para mudarem o curso da história mundial.
Sagrada Família ou Família Sagrada?
“Não devemos olhar para a Família de Nazaré como um exemplo que nos “esmaga” quando confrontado com a nossa vida e olhando para as nossas fragilidades. A Sagrada Família convida-nos, antes, a viver, sem peso nem culpa, mas com um olhar misericordioso e de esperança para connosco próprios, por forma a sermos cada vez mais d’Ele e, por isso, mais uns dos outros.” [Texto de Daniela e Nuno Trindade]
[Crónica da Europa]
Bom Ano Novo
Logo na primeira página, em letra infantil e esforçada mas de boa qualidade, lê-se, num tom que a sociologia marxista designaria por “clerical-fascista”: “Respeitai as autoridades!” O texto vinha num tom solene e definitivo: o pai mandava em casa, o professor mandava na escola, e aos filhos e alunos competia amar, respeitar e obedecer. [Texto de Mendo Castro Henriques].
2025 – O ano da mulher selvagem
A mulher selvagem tomou a minha vida de assalto ou, pelo menos, o meu instagram. Ainda bem, já era tempo de nos reencontrarmos. Todos nos cruzámos com ela, pelo menos uma vez na vida. Espero bem que sim. Demos por ter entrado no café, pelo qualquer coisa na voz ou na cadência da passada que nos fez instintivamente voltar a cabeça na sua direcção. [Texto de Marta Saraiva].
Editorial
2026: Ainda plantaremos oliveiras
É só uma mudança de data. Mas à conta dela exorcizamos fantasmas, exprimimos desejos, saudamos familiares e amigos, manifestamos vontades de mudança. Depois, o efeito e os desejos dos brindes passam rapidamente, esquecidos na vertigem do ritmo com que regressamos aos trabalhos, às lides, às preocupações. Ou talvez não…
Edgar Morin e as Lições da História (2/3)
Nada é tão humano ou tão desumano como a guerra
Lições da História (edição Crítica) é a sua última obra. “Um livro breve e luminoso que nos convida a reflectir sobre a evolução caótica do mundo atual”, traduzindo um “pensamento fulgurante, que continua a iluminar-nos”, como escrevia Le Monde. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, este é sobre a guerra.
Análise
A viagem internacional do Papa Leão XIV: reflexões como muçulmano
“É agora imprescindível tirar conclusões concretas e práticas da viagem papal à Turquia e ao Líbano. Insisto que a paz, que é a essência de todas as religiões, não implica apenas a ausência de guerra.” – A análise do imã Marwan Gill
[Dicionário particular II]
‘t’ de tempo – porque o tempo pergunta sempre
O tempo voa, sim, pode voar, mas somos nós que lhe damos as asas, enchendo-o de tarefas dispensáveis, de urgências que o não são, de agendas embrulhadas em ansiedade. Queixamo-nos que a vida é um sopro, como se não fossemos nós a soprar. E o tempo, coitado, limita-se a cumprir o seu ofício: avançar. [Texto de Júlia Costa].
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