Uma vida muito confortável

  Um exercício do direito fundamental à asneira, o mais sagrado dos direitos não inscritos na Constituição, precisa sempre de uns pontos prévios, a saber: (i) não pretendo convencer seja quem for de que tenho razão e,  por favor, apontem-me os disparates (ii) não...

Cristo Cachorro, versão 2024

  Invejo de morte a paixão que os cartazes da Semana Santa de Sevilha conseguem despertar. Os sevilhanos importam-se com a sua cidade, as festas e com a imagem que o cartaz projecta, se bem que com o seu quê de possessivo, mas bem melhor que a apatia. Não fossem...

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (II)

Escrevo para perceber como sinto o mundo, essencialmente. Deve haver formas mais eficientes de organização mental, esta é a minha. Enquanto escrevia, fui-me dando conta do quão formatada fui para agir. Isso é bom, mas em épocas de mudança é preciso arriscar o não...

“Não me detenhas” | O regresso das impertinentes (I)

Pensava que não voltaria aqui tão cedo, mas continuo às voltas com o tema do lugar das mulheres na Igreja. Seria fácil assumir o papel de demolidora passiva, não propor nada, e mascarar a minha inércia com uma aparente e plácida ponderação. Fui bem-ensinada a...

Livres e ressuscitadas (II)

  A etapa anterior da minha decantação espiritual terminou num trio de perguntas suspensas, e com o palpite de que há muitas mulheres em posições de liderança na Igreja. Além disso, andarão por aí muitas visionárias espirituais e serão, umas e outras,...

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