Opinião
Opinião
[Arquipélago Jerusalém]
Clausewitz no Donbass
Carl von Clausewitz morreu em 1831, sem ter conhecido a Ucrânia independente desde 24 de Agosto de 1991 – drones, mísseis hipersónicos nem as trincheiras do Donbass. Mas conheceu o tirano Napoleão, e combateu-o; conheceu a Rússia, onde serviu em 1812; e percebeu melhor do que muitos estrategas que a guerra nunca é apenas uma questão de forças armadas (…). [Texto de Mendo Castro Henriques].
Entre Margens
Eis senão quando, aqui mesmo ao lado: a arcebispa de Cantuária!
Foi com surpresa, alegria e expetativa que recebi a notícia em 3 de outubro. Na história longa de 1400 anos do arcebispado de Cantuária, e depois de 105 arcebispos-homens, Sarah Mullally foi escolhida para liderar a “Church of England”. Uma mulher, pela primeira vez. [Texto de Ana Nunes de Almeida].
Entre Margens
(Pseudo)Cristianismo e violência nos nossos dias
Temos assistido, nas nossas sociedades contemporâneas, a uma crescente polarização entre duas linhas de pensamento diametralmente opostas. Refiro-me concretamente à chamada guerra cultural, conceito usado pela primeira vez pelo sociólogo James Hunter no seu livro Culture Wars: The Struggle to Define America. [Texto de Vítor Rafael].
[À Margem]
O Papa Leão revê a matéria dada e decide votar em eleições
A exortação “Dilexi te”, do Papa Leão XIV, sobre o cuidado com os pobres, não traz novidades nas propostas ou na forma de abordar o tema. Mas essa que é uma fraqueza, acaba por ser também um ponto forte deste primeiro grande documento do pontificado.
Entre Margens
Política local ao serviço da casa comum – será possível?
Numa época em que o debate parece fazer-se de vozes elevadas e posições extremadas, o Foco de Conversão Ecológica da Paróquia do Campo Grande (Lisboa), promoveu no dia 30 de setembro, na Biblioteca dos Coruchéus, uma conversa serena e construtiva com quatro dos cinco candidatos à Junta de Freguesia de Alvalade. [Texto de Filipa Ramalhete].
Entre Margens
Que Força é Essa? – nos 80 anos de Sérgio Godinho
Tenho vindo a pensar no que posso escrever sobre Sérgio Godinho pelos seus 80 anos. Um cantor de referência da minha juventude, mesmo antes do 25 de Abril. Um homem da Revolução e da Democracia, um homem do Porto como eu, um “companheiro”; um resistente e um artista (…) [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Dicionário particular II]
‘g’ de gente — gente que não bate assim
Há gente que não bate assim. Não bate à porta, não bate o pé, não bate no peito. É gente que não exige, mas que está. Está nos bairros, nos transportes, nas filas, nos corredores dos supermercados, à porta de lojas. É “aquela gente” que vive ao nosso lado, no nosso prédio, mas que raramente vemos, nem queremos ver! [Texto de Júlia Costa].
Entre Margens
O luto no “movimento descendente”: como “ascender”?
Em 2004 vivi a partida de Maria de Lourdes Pintasilgo. Foi uma morte súbita. Deixou um vazio tremendo na minha, nossa vida do Graal. Deixou a presidência da Fundação Cuidar O Futuro a cargo da Fátima Grácio. [Texto de Marijke de Koning].
Entre Margens
Ressurreição ou silêncio absoluto?
Estará o ser humano destinado à eternidade ou a sua existência conclui-se com o último suspiro? Somos “seres para a morte” (Heidegger) ou, pelo contrário, a nossa existência está votada à vida? Tanto numa como na outra interpretação da natureza do ser humano, não está apenas em causa o fim natural da vida biológica, mas a forma como equacionamos a totalidade da nossa existência. [Texto de Jorge Paulo].
Entre Margens
Eis senão quando, aqui mesmo ao lado: a arcebispa de Cantuária!
Foi com surpresa, alegria e expetativa que recebi a notícia em 3 de outubro. Na história longa de 1400 anos do arcebispado de Cantuária, e depois de 105 arcebispos-homens, Sarah Mullally foi escolhida para liderar a “Church of England”. Uma mulher, pela primeira vez. [Texto de Ana Nunes de Almeida].
Entre Margens
(Pseudo)Cristianismo e violência nos nossos dias
Temos assistido, nas nossas sociedades contemporâneas, a uma crescente polarização entre duas linhas de pensamento diametralmente opostas. Refiro-me concretamente à chamada guerra cultural, conceito usado pela primeira vez pelo sociólogo James Hunter no seu livro Culture Wars: The Struggle to Define America. [Texto de Vítor Rafael].
[À Margem]
O Papa Leão revê a matéria dada e decide votar em eleições
A exortação “Dilexi te”, do Papa Leão XIV, sobre o cuidado com os pobres, não traz novidades nas propostas ou na forma de abordar o tema. Mas essa que é uma fraqueza, acaba por ser também um ponto forte deste primeiro grande documento do pontificado.
Entre Margens
Política local ao serviço da casa comum – será possível?
Numa época em que o debate parece fazer-se de vozes elevadas e posições extremadas, o Foco de Conversão Ecológica da Paróquia do Campo Grande (Lisboa), promoveu no dia 30 de setembro, na Biblioteca dos Coruchéus, uma conversa serena e construtiva com quatro dos cinco candidatos à Junta de Freguesia de Alvalade. [Texto de Filipa Ramalhete].
Entre Margens
Que Força é Essa? – nos 80 anos de Sérgio Godinho
Tenho vindo a pensar no que posso escrever sobre Sérgio Godinho pelos seus 80 anos. Um cantor de referência da minha juventude, mesmo antes do 25 de Abril. Um homem da Revolução e da Democracia, um homem do Porto como eu, um “companheiro”; um resistente e um artista (…) [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Dicionário particular II]
‘g’ de gente — gente que não bate assim
Há gente que não bate assim. Não bate à porta, não bate o pé, não bate no peito. É gente que não exige, mas que está. Está nos bairros, nos transportes, nas filas, nos corredores dos supermercados, à porta de lojas. É “aquela gente” que vive ao nosso lado, no nosso prédio, mas que raramente vemos, nem queremos ver! [Texto de Júlia Costa].
Entre Margens
O luto no “movimento descendente”: como “ascender”?
Em 2004 vivi a partida de Maria de Lourdes Pintasilgo. Foi uma morte súbita. Deixou um vazio tremendo na minha, nossa vida do Graal. Deixou a presidência da Fundação Cuidar O Futuro a cargo da Fátima Grácio. [Texto de Marijke de Koning].
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Ressurreição ou silêncio absoluto?
Estará o ser humano destinado à eternidade ou a sua existência conclui-se com o último suspiro? Somos “seres para a morte” (Heidegger) ou, pelo contrário, a nossa existência está votada à vida? Tanto numa como na outra interpretação da natureza do ser humano, não está apenas em causa o fim natural da vida biológica, mas a forma como equacionamos a totalidade da nossa existência. [Texto de Jorge Paulo].
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