Opinião
Opinião
[Metáforas vivas]
Maria, o eclipse solar e a chuva luminosa
Este texto corresponde à homilia de sábado, 15 de agosto, Solenidade da Assunção da Virgem Maria, proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz da paróquia de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.
O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho
Como muitas vezes se diz, e muito poucas vezes se cumpre, a pessoa deve estar no centro de todo o processo, a pessoa humana, em todas as suas dimensões, da física à ética e à espiritual. O verdadeiro nacionalismo tem de ser, necessariamente, um humanismo.
[Dicionário particular]
“p” de Portugal e o Pentecostes da portugalidade
Portugal é um país que se destaca pela história de coragem e de descoberta, caraterizando-se pela sua cultura acolhedora. Portugal foi, desde sempre, um país de diversidade. No pós-ditadura salazarista houve um esforço em promover uma sociedade mais justa e solidária, combatendo toda e qualquer forma de discriminação ou discurso de ódio. [Texto de Júlia Costa].
Perdoar, essa urgência do momento (2)
Na sequência do artigo que escrevi anteriormente sobre a temática do perdão, refletirei em seguida acerca de alguns aspetos que complementam a informação nele contida. Para que se torne explícito o conteúdo a refletir, seguirei um modelo mais esquemático do que literário, como, aliás, tinha feito anteriormente. [Texto de Margarida Cordo].
Comunicar com alternativas éticas
A mensagem, ainda assinada pelo Papa Francisco, para o LIX Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se celebrou no domingo, 1 de junho, convida a desarmar a comunicação e os corações para podermos dar com mansidão a razão da nossa esperança. [Texto de Hermano Filipe].
Leão XIV: Leão de Aslan ou Leão de peluche?
Li há poucos dias: Robert Francis Prevost Martínez, ao escolher “Leão XIV” como nome pontifício, não teve em mente restabelecer uma linhagem espiritual. Manifestou, antes, ser exímio a delinear uma estratégia de “branding”, destinada a gerir estrategicamente a sua marca, “visando criar e manter uma imagem positiva e relevante na mente do público-alvo” (segundo explica um motor de busca disponível em linha). [Texto de Ruy Ventura].
Só Senhores
Estávamos a falar de Alá, a andar de bicicleta. Do pouco que sei. Ela perguntou, nos seus curiosos 6 anos: Mãe, porque é que não há mulheres como Jesus, Alá e Buda? Porque é que são só senhores? Uma interrupção no caminho não deu hipótese a uma resposta. Fiquei à procura de uma, justa, mas não arrasadora, para voltar à conversa. [Texto de Inês Patrício, Berlim].
[Crónica da Europa]
Gil Vicente e o Jubileu 2025
Portugal adora Gil Vicente. Pela sua pena de autor, continua a falar um país que se reconhece em qualquer evento onde haja júbilo e alegria, onde fala o inconsciente coletivo vibrante, e onde o sagrado pagão e o cristianismo se entrelaçam como fios de um mesmo tecido. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Confirma os teus irmãos”
As gaivotas tinham deixado já de patrulhar as telhas da Capela Sistina e os farrapos últimos do fumo branco há muito se haviam dissipado, quando, a 8 de Maio de 2025, o Cardeal Dominique Mamberti – o mais velho dos Cardeais Diáconos no conclave –, proclamou à cidade e ao mundo: Annuntio vobis gaudium Magnum: Habemus Papam! (“Anuncio-vos uma grande alegria: Temos Papa!”). [Texto de Peter Stilwell].
O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho
Como muitas vezes se diz, e muito poucas vezes se cumpre, a pessoa deve estar no centro de todo o processo, a pessoa humana, em todas as suas dimensões, da física à ética e à espiritual. O verdadeiro nacionalismo tem de ser, necessariamente, um humanismo.
[Dicionário particular]
“p” de Portugal e o Pentecostes da portugalidade
Portugal é um país que se destaca pela história de coragem e de descoberta, caraterizando-se pela sua cultura acolhedora. Portugal foi, desde sempre, um país de diversidade. No pós-ditadura salazarista houve um esforço em promover uma sociedade mais justa e solidária, combatendo toda e qualquer forma de discriminação ou discurso de ódio. [Texto de Júlia Costa].
Perdoar, essa urgência do momento (2)
Na sequência do artigo que escrevi anteriormente sobre a temática do perdão, refletirei em seguida acerca de alguns aspetos que complementam a informação nele contida. Para que se torne explícito o conteúdo a refletir, seguirei um modelo mais esquemático do que literário, como, aliás, tinha feito anteriormente. [Texto de Margarida Cordo].
Comunicar com alternativas éticas
A mensagem, ainda assinada pelo Papa Francisco, para o LIX Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se celebrou no domingo, 1 de junho, convida a desarmar a comunicação e os corações para podermos dar com mansidão a razão da nossa esperança. [Texto de Hermano Filipe].
Leão XIV: Leão de Aslan ou Leão de peluche?
Li há poucos dias: Robert Francis Prevost Martínez, ao escolher “Leão XIV” como nome pontifício, não teve em mente restabelecer uma linhagem espiritual. Manifestou, antes, ser exímio a delinear uma estratégia de “branding”, destinada a gerir estrategicamente a sua marca, “visando criar e manter uma imagem positiva e relevante na mente do público-alvo” (segundo explica um motor de busca disponível em linha). [Texto de Ruy Ventura].
Só Senhores
Estávamos a falar de Alá, a andar de bicicleta. Do pouco que sei. Ela perguntou, nos seus curiosos 6 anos: Mãe, porque é que não há mulheres como Jesus, Alá e Buda? Porque é que são só senhores? Uma interrupção no caminho não deu hipótese a uma resposta. Fiquei à procura de uma, justa, mas não arrasadora, para voltar à conversa. [Texto de Inês Patrício, Berlim].
[Crónica da Europa]
Gil Vicente e o Jubileu 2025
Portugal adora Gil Vicente. Pela sua pena de autor, continua a falar um país que se reconhece em qualquer evento onde haja júbilo e alegria, onde fala o inconsciente coletivo vibrante, e onde o sagrado pagão e o cristianismo se entrelaçam como fios de um mesmo tecido. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Confirma os teus irmãos”
As gaivotas tinham deixado já de patrulhar as telhas da Capela Sistina e os farrapos últimos do fumo branco há muito se haviam dissipado, quando, a 8 de Maio de 2025, o Cardeal Dominique Mamberti – o mais velho dos Cardeais Diáconos no conclave –, proclamou à cidade e ao mundo: Annuntio vobis gaudium Magnum: Habemus Papam! (“Anuncio-vos uma grande alegria: Temos Papa!”). [Texto de Peter Stilwell].
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