Votação em Estrasburgo
Parlamento Europeu condena perseguição a Bahá’ís no Irão
O Parlamento Europeu “condenou veementemente” as violações do Irão contra a minoria religiosa bahá’í, denunciando mais de 45 anos de “perseguição sistemática” e instando as autoridades europeias a transmitirem as preocupações do Parlamento ao governo iraniano. A resolução foi classificada de “urgência histórica e sem precedentes”.
“Escalada alarmante”
Perseguição às mulheres bahá’ís no Irão intensifica-se
Detenções, julgamentos, penas de prisão, convocatórias, buscas domiciliárias, arrestos de bens, destruição de cemitérios, recusa de enterros, encerramento de empresas ou impedimento de acesso à educação. São alguns exemplos do fenómeno persecutório a que a comunidade bahá’í, com especial incidência nas mulheres, tem estado sujeita no Irão desde, sobretudo, a manifestação de apoio às mulheres iranianas em 2022. Mais de três quartos dos bahá’ís chamados a tribunal ou enviados para a prisão desde o início de março são mulheres.
Mensagem pela celebração de Vesak
Eis os remédios para um mundo doente: “reconciliação e resiliência”, diz o Vaticano aos budistas
Com o aproximar da celebração de Vesak – o tempo sagrado em que se comemora o nascimento, a iluminação e a morte de Buda, e que este ano será assinalado a 23 de maio -, o Dicastério para o Diálogo Inter-religioso faz questão de manifestar proximidade aos seus “amigos budistas”. Numa mensagem de saudação divulgada esta segunda-feira, 6, o organismo da Igreja Católica reflete sobre a “responsabilidade partilhada” por cristãos e budistas de “promover a paz” e prescreve dois “remédios” para a “cultura de violência” que alastra no mundo: “reconciliação e resiliência”.
Um post-doc em Cambridge por uma malga de mendicante
Deixei-o algures em Lisboa, para onde me tinha pedido boleia. Há pouco tempo recebi notícias. «Uma amiga, de um amigo, de outro amigo» vieram contar: largou a academia e ordenou-se monge na tradição Theravada da Floresta, na Tailândia.
7MARGENS/Antena 1
As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou
A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.
Memória do Grão-Rabi Jonathan Sacks
Construir um lar que nos integre a todos
“Grão-Rabino das Congregações Hebraicas Unidas da Commonwealth (1991-2013), Sacks era escutado e admirado muito para lá das fronteiras do judaísmo. Terá para isso contribuído a sua sensibilidade humana, formação filosófica e vasta cultura.” – Um texto do padre Peter Stilwell, em memória de Jonathan Sacks
7MARGENS/Antena 1
Erotismo, política e mulheres: o que tem tudo isto a ver com a mística?
O erotismo é uma dimensão que exprime a experiência mística. E a política é uma sua concretização. As mulheres cristãs mostram como se coloca tudo isso em relação. O tema vem a propósito do congresso internacional Espiritualidade e Mística “À Procura do Não-Limite”, que decorre em Braga entre 24 e 27 de Abril.
Em memória das "dez mulheres de Shiraz"
Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo
Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.
Estórias, sentimentos e percepções durante o Ramadão
Crónicas de um jejuador (5): Os últimos cartuchos
“Já aqui falámos da importância que as noites assumem no calendário deste sagrado mês e, destas, as últimas dez noites são especialíssimas. Eu justifico: a cada dez dias, há um propósito específico, e se os primeiros são da Misericórdia e do Perdão, estes últimos têm como intento a procura do refúgio divino.” – Uma nova crónica de Khalid Jamal sobre o modo como vive o Ramadão.
“Escalada alarmante”
Perseguição às mulheres bahá’ís no Irão intensifica-se
Detenções, julgamentos, penas de prisão, convocatórias, buscas domiciliárias, arrestos de bens, destruição de cemitérios, recusa de enterros, encerramento de empresas ou impedimento de acesso à educação. São alguns exemplos do fenómeno persecutório a que a comunidade bahá’í, com especial incidência nas mulheres, tem estado sujeita no Irão desde, sobretudo, a manifestação de apoio às mulheres iranianas em 2022. Mais de três quartos dos bahá’ís chamados a tribunal ou enviados para a prisão desde o início de março são mulheres.
Mensagem pela celebração de Vesak
Eis os remédios para um mundo doente: “reconciliação e resiliência”, diz o Vaticano aos budistas
Com o aproximar da celebração de Vesak – o tempo sagrado em que se comemora o nascimento, a iluminação e a morte de Buda, e que este ano será assinalado a 23 de maio -, o Dicastério para o Diálogo Inter-religioso faz questão de manifestar proximidade aos seus “amigos budistas”. Numa mensagem de saudação divulgada esta segunda-feira, 6, o organismo da Igreja Católica reflete sobre a “responsabilidade partilhada” por cristãos e budistas de “promover a paz” e prescreve dois “remédios” para a “cultura de violência” que alastra no mundo: “reconciliação e resiliência”.
Um post-doc em Cambridge por uma malga de mendicante
Deixei-o algures em Lisboa, para onde me tinha pedido boleia. Há pouco tempo recebi notícias. «Uma amiga, de um amigo, de outro amigo» vieram contar: largou a academia e ordenou-se monge na tradição Theravada da Floresta, na Tailândia.
7MARGENS/Antena 1
As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou
A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.
Memória do Grão-Rabi Jonathan Sacks
Construir um lar que nos integre a todos
“Grão-Rabino das Congregações Hebraicas Unidas da Commonwealth (1991-2013), Sacks era escutado e admirado muito para lá das fronteiras do judaísmo. Terá para isso contribuído a sua sensibilidade humana, formação filosófica e vasta cultura.” – Um texto do padre Peter Stilwell, em memória de Jonathan Sacks
7MARGENS/Antena 1
Erotismo, política e mulheres: o que tem tudo isto a ver com a mística?
O erotismo é uma dimensão que exprime a experiência mística. E a política é uma sua concretização. As mulheres cristãs mostram como se coloca tudo isso em relação. O tema vem a propósito do congresso internacional Espiritualidade e Mística “À Procura do Não-Limite”, que decorre em Braga entre 24 e 27 de Abril.
Em memória das "dez mulheres de Shiraz"
Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo
Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.
Estórias, sentimentos e percepções durante o Ramadão
Crónicas de um jejuador (5): Os últimos cartuchos
“Já aqui falámos da importância que as noites assumem no calendário deste sagrado mês e, destas, as últimas dez noites são especialíssimas. Eu justifico: a cada dez dias, há um propósito específico, e se os primeiros são da Misericórdia e do Perdão, estes últimos têm como intento a procura do refúgio divino.” – Uma nova crónica de Khalid Jamal sobre o modo como vive o Ramadão.
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.
