Sociedade
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Multidões regressam a Fátima
“O mundo precisa da Ucrânia livre, mas precisa também da Rússia”
“Temos de chegar a um mundo diferente: o mundo precisa da Ucrânia livre, mas precisa também da Rússia”, afirmou o bispo de Leiria-Fátima, D. José Ornelas. O santuário foi-se enchendo progressivamente de peregrinos, naquela que é a primeira “peregrinação sem restrições impostas pela pandemia”.
168 milhões de crianças sem aulas há um ano
A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que mais de 168 milhões de crianças em todo o mundo perderam um inteiro ano escolar devido ao encerramento continuado das suas escolas e que cerca de 214 milhões ficaram sem mais de três quartos do tempo letivo desde o início da pandemia.
Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa
Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).
Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?
A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!
Precisamos de nos ouvir (19) – Isabel Margarida: Essencial, os outros ali bem perto
Também podemos aproveitar o que aprendemos em termos de ensino e de sessões várias online. Anseio por voltar ao presencial, que nada substitui, mas sem desperdiçar algumas lições.
“O povo é carvão para queimar”: o projeto genocida da “gestão” da pandemia no Brasil (análise)
A população vai acordar para a dimensão da tragédia? A pilha de cadáveres vai crescendo mas o Brasil é grande demais, são 212 milhões de habitantes, o que significam 250 mil mortos diante disso? As pessoas morrem porque foi a vontade de Deus, porque já iam morrer mesmo, porque todo mundo vai morrer um dia. Uma análise sobre a crise pandémica no Brasil e a forma como ela (não) tem sido combatida pelo governo federal.
Precisamos de nos ouvir (18) – Américo Monteiro: Muito terá de mudar no mundo do trabalho
Em Portugal foi oficialmente anunciado o primeiro caso de infeção da covid-19 a 2 de março de 2020 e decretado o primeiro estado de emergência a 18 do mesmo mês. Está a completar-se um ano. Nem nas horas de maiores trevas imaginava um cenário como aquele que hoje vivemos.
Precisamos de nos ouvir (17) – Maria do Céu Sousa Fernandes: As azáleas voltarão a abrir na primavera
Recentemente, num dos raros dias de sol deste inverno chuvoso, reparei que no meu pequeno jardim havia uma azálea já florida. Fiquei contente. A primavera está a chegar e com ela as flores, os frutos e tudo o mais que é necessário e que a terra nos dá.
Precisamos de nos ouvir (16) – Pedro Bacelar de Vasconcelos: A maldita pandemia
A pandemia é um mal apocalíptico. Continuamos sem saber ao certo de onde veio nem o que é, salvo o reconhecimento elementar que facultou o fabrico em tempo recorde de um expediente imunizador, a ansiada vacina, mas nada de seguro se encontrou que a possa curar. Dos efeitos que provoca, todavia, sabemos quase tudo, a cada momento.
168 milhões de crianças sem aulas há um ano
A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que mais de 168 milhões de crianças em todo o mundo perderam um inteiro ano escolar devido ao encerramento continuado das suas escolas e que cerca de 214 milhões ficaram sem mais de três quartos do tempo letivo desde o início da pandemia.
Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa
Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).
Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?
A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!
Precisamos de nos ouvir (19) – Isabel Margarida: Essencial, os outros ali bem perto
Também podemos aproveitar o que aprendemos em termos de ensino e de sessões várias online. Anseio por voltar ao presencial, que nada substitui, mas sem desperdiçar algumas lições.
“O povo é carvão para queimar”: o projeto genocida da “gestão” da pandemia no Brasil (análise)
A população vai acordar para a dimensão da tragédia? A pilha de cadáveres vai crescendo mas o Brasil é grande demais, são 212 milhões de habitantes, o que significam 250 mil mortos diante disso? As pessoas morrem porque foi a vontade de Deus, porque já iam morrer mesmo, porque todo mundo vai morrer um dia. Uma análise sobre a crise pandémica no Brasil e a forma como ela (não) tem sido combatida pelo governo federal.
Precisamos de nos ouvir (18) – Américo Monteiro: Muito terá de mudar no mundo do trabalho
Em Portugal foi oficialmente anunciado o primeiro caso de infeção da covid-19 a 2 de março de 2020 e decretado o primeiro estado de emergência a 18 do mesmo mês. Está a completar-se um ano. Nem nas horas de maiores trevas imaginava um cenário como aquele que hoje vivemos.
Precisamos de nos ouvir (17) – Maria do Céu Sousa Fernandes: As azáleas voltarão a abrir na primavera
Recentemente, num dos raros dias de sol deste inverno chuvoso, reparei que no meu pequeno jardim havia uma azálea já florida. Fiquei contente. A primavera está a chegar e com ela as flores, os frutos e tudo o mais que é necessário e que a terra nos dá.
Precisamos de nos ouvir (16) – Pedro Bacelar de Vasconcelos: A maldita pandemia
A pandemia é um mal apocalíptico. Continuamos sem saber ao certo de onde veio nem o que é, salvo o reconhecimento elementar que facultou o fabrico em tempo recorde de um expediente imunizador, a ansiada vacina, mas nada de seguro se encontrou que a possa curar. Dos efeitos que provoca, todavia, sabemos quase tudo, a cada momento.
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