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Irmãs Reparadoras de Nossa Sra. de Fátima inauguram laboratório de análises em Timor-Leste

Frutos da missão

Irmãs Reparadoras de Nossa Sra. de Fátima inauguram laboratório de análises em Timor-Leste

É mais uma conquista para as irmãs Reparadoras de N. Sra de Fátima em Timor-Leste: acaba de ser inaugurado o primeiro laboratório de análises clínicas de Memo, na diocese de Maliana, cerca de 150 quilómetros a sudoeste da capital Dili. A nova estrutura, que recebeu o nome do jurista e professor português Henrique Curado, representará um reforço significativo nos cuidados de saúde prestados à população local.

A reunião de trabalho

A reunião de trabalho

A reunião de trabalho convocada pela chefe chegou sem surpresa. Mais uma entre tantas. Comparecemos todos. Através do ecrã, a expressão no rosto e o tom da voz denotavam, no entanto, uma intenção outra. Um assunto especial. Havia efectivamente um assunto especial a abordar. Abertamente. Uma autenticidade sem pudor marcou o tom da conversa. Um cuidado humilde e generoso revelado sem condicionamentos.

“Onda de fome” atinge 138 milhões e “ameaça varrer o globo” se os mais ricos não ajudarem

“Onda de fome” atinge 138 milhões e “ameaça varrer o globo” se os mais ricos não ajudarem

É o maior número da história, alertou o director executivo do Programa Alimentar Mundial (PAM), David Beasley, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, esta quinta-feira, 17 de setembro: há 138 milhões de pessoas a passar fome neste momento e o PAM está “a fazer tudo” para ajudá-las, mas em breve serão 270 milhões a precisar de ajuda alimentar e 30 milhões morrerão se não receberem auxílio de emergência. O PAM não tem verba suficiente para dar resposta a estas necessidades e a solução depende dos mais ricos, avisa Beasly.

Uma “prisão a céu aberto”, denunciam organizações humanitárias sobre novo campo de refugiados em Lesbos

Uma “prisão a céu aberto”, denunciam organizações humanitárias sobre novo campo de refugiados em Lesbos

Os cerca de 13 mil migrantes que ficaram sem abrigo na sequência dos incêndios que destruíram, na semana passada, o campo de refugiados de Moria, na ilha grega de Lesbos, começaram esta quinta-feira, 17 de março, a ser levados para um novo “campo de emergência”, que tem estado a ser construído nas imediações do anterior. Diversas organizações humanitárias consideram que esta solução é “inaceitável”, “não responde às necessidades básicas dessas pessoas”, e equivale a colocá-las numa “prisão a céu aberto”. E apelam à União Europeia para que “finalmente”, inicie “um processo de redistribuição dos requerentes de asilo em cada um dos Estados-Membros”.

O inferno de Moria, parte II (um testemunho)

O inferno de Moria, parte II (um testemunho)

Escrevíamos no 7 MARGENS no início de Março, após duas semanas de trabalho voluntário em Moria, que “o título não é original, mas inferno define bem o que por lá se passa”. Nessa altura, não imaginávamos que as chamas se juntassem a tudo o resto, dando ainda mais razão a esse título.

Pandemia provoca “a maior emergência educativa da história”

Pandemia provoca “a maior emergência educativa da história”

Dois terços das crianças pobres não tiveram qualquer contacto com os seus professores durante o confinamento e oito em cada dez dizem ter aprendido “pouco ou nada” desde o encerramento das escolas. Os dados são revelados no relatório “Protect a Generation” (em português, Proteger uma Geração), divulgado esta quinta-feira pela organização de defesa dos direitos das crianças Save the Children, e tem por base um inquérito realizado a 25 mil crianças e adultos em 37 países onde a instituição desenvolve programas de ajuda.

Obra da Pastoral dos Ciganos diz que discurso “racista” de Ventura já devia ter “um processo em cima”

Obra da Pastoral dos Ciganos diz que discurso “racista” de Ventura já devia ter “um processo em cima”

O director executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos (ONPC), Francisco Monteiro, disse esta terça-feira, 8, à agência Lusa que as declarações do líder do Chega sobre os ciganos são hipócritas e ilegais, e que o Estado deve atuar contra o “discurso de ódio”. “Se a Justiça neste país funcionasse como deve ser, com as leis da União Europeia e as nossas sobre o racismo e o discurso de ódio, o responsável do Chega [André Ventura] já devia estar com um ‘processo em cima’”, afirmou.

Mais de metade dos presos na Índia são muçulmanos, dalits ou indígenas

Mais de metade dos presos na Índia são muçulmanos, dalits ou indígenas

Um estudo novo estudo realizado pelo Gabinete Nacional de Registos Criminais da Índia (NCRB, na sigla inglesa) revela que cerca de 52% das pessoas que se encontram atualmente detidas no país pertencem a grupos minoritários, particularmente muçulmanos, dalits (conhecidos como os “fora das castas”) e indígenas.

A reunião de trabalho

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A reunião de trabalho convocada pela chefe chegou sem surpresa. Mais uma entre tantas. Comparecemos todos. Através do ecrã, a expressão no rosto e o tom da voz denotavam, no entanto, uma intenção outra. Um assunto especial. Havia efectivamente um assunto especial a abordar. Abertamente. Uma autenticidade sem pudor marcou o tom da conversa. Um cuidado humilde e generoso revelado sem condicionamentos.

“Onda de fome” atinge 138 milhões e “ameaça varrer o globo” se os mais ricos não ajudarem

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É o maior número da história, alertou o director executivo do Programa Alimentar Mundial (PAM), David Beasley, perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, esta quinta-feira, 17 de setembro: há 138 milhões de pessoas a passar fome neste momento e o PAM está “a fazer tudo” para ajudá-las, mas em breve serão 270 milhões a precisar de ajuda alimentar e 30 milhões morrerão se não receberem auxílio de emergência. O PAM não tem verba suficiente para dar resposta a estas necessidades e a solução depende dos mais ricos, avisa Beasly.

Uma “prisão a céu aberto”, denunciam organizações humanitárias sobre novo campo de refugiados em Lesbos

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Os cerca de 13 mil migrantes que ficaram sem abrigo na sequência dos incêndios que destruíram, na semana passada, o campo de refugiados de Moria, na ilha grega de Lesbos, começaram esta quinta-feira, 17 de março, a ser levados para um novo “campo de emergência”, que tem estado a ser construído nas imediações do anterior. Diversas organizações humanitárias consideram que esta solução é “inaceitável”, “não responde às necessidades básicas dessas pessoas”, e equivale a colocá-las numa “prisão a céu aberto”. E apelam à União Europeia para que “finalmente”, inicie “um processo de redistribuição dos requerentes de asilo em cada um dos Estados-Membros”.

O inferno de Moria, parte II (um testemunho)

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Escrevíamos no 7 MARGENS no início de Março, após duas semanas de trabalho voluntário em Moria, que “o título não é original, mas inferno define bem o que por lá se passa”. Nessa altura, não imaginávamos que as chamas se juntassem a tudo o resto, dando ainda mais razão a esse título.

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Um estudo novo estudo realizado pelo Gabinete Nacional de Registos Criminais da Índia (NCRB, na sigla inglesa) revela que cerca de 52% das pessoas que se encontram atualmente detidas no país pertencem a grupos minoritários, particularmente muçulmanos, dalits (conhecidos como os “fora das castas”) e indígenas.

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