AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Luís Castanheira Pinto, Washington (EUA)
Não nos deixemos distrair

[Sete Partidas]

Não nos deixemos distrair

“Milhões de crianças neste mundo são simplesmente sujeitas à desgraça, à nascença. Repitamos: não têm escolha. Nem vez. Nem voz. Apenas a fatalidade de ter nascido no lugar errado, no momento errado da história. Porque os há. Não nos deixemos iludir.” [Texto de Luís Castanheira Pinto]

Da oração à acção, por esta ordem

7Partidas

Da oração à acção, por esta ordem

Os tumultos destes dias recordam uma viagem recente às Fiji. O texto foi escrito lá. Saiu agora da gaveta. A palavra Bula (diz-se Boo-lá) é invariavelmente o contacto primeiro com qualquer residente nas Fiji. Soa mesmo um simples Olá. A palavra designa vida. O que também nos remete para a saudação tantas vezes usada em Portugal do nosso “viva!”

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

O dia mais ecuménico

O dia mais ecuménico

Nos Estados Unidos, celebra-se esta semana o dia de Thanksgiving. Numa tradução directa seria o dia de Dar Graças. O dia de agradecer. Pela manhã do Thanksgiving, recebi esta mensagem da minha colega Munirat: “With a grateful heart, we join you and your family to say thank you Lord for your immeasurable blessings, provision, protection and mercies.” (*)  A Munirat é minha colega de trabalho. É nigeriana. É muçulmana.

O pequeno Deus da partida

O pequeno Deus da partida

Lá fora, lá bem longe, há um destino que me aguarda. Algures nos confins da África continental, 43 graus à sombra darão lugar à geada que agora me conforta. Como em outras ocasiões, seguir-se-ão os encontros de fato-e-gravata. Os confrontos e entendimentos que, esperamos, ajudem as vidas de milhões de mulheres e crianças. Hoje entregues à crueldade de uma morte extemporânea, anunciada nas folhas de excel sem emoção. [Texto de Luís Pinto]

Uma linha apenas, invisível

Uma linha apenas, invisível

  Ligo a televisão. Leio o jornal. A notícia parece a mesma. Cada semana. Cada dia. Mas não é. São factos diferentes. Apenas parecidos. Na realidade, iguais. Tristemente idênticos. Os protagonistas são outros. As vítimas acumulam-se de cada vez. Uma destas...

Esse Deus dos contrastes

Esse Deus dos contrastes

Os três cenários têm lugar em países por onde passei recentemente. Os cenários são reais. Lagos, Nigéria. Lusaka, Zâmbia. Adis Abeba, Etiópia. Países onde a mortalidade infantil é inaceitavelmente elevada. Onde a subnutrição é endémica. Onde a pobreza persiste num nível infra-humano. Assim mesmo. Cru. Sem temperos.

O terceiro ponto da ordem de trabalhos

O terceiro ponto da ordem de trabalhos

A Guatemala não é um país pobre. Não quando comparado com outros países com que trabalho. Trabalhamos. Ali se observa o chamado “paradoxo da nutrição”. Investimento em massa nas últimas décadas. Governos consecutivos, ONGs e organizações internacionais. Programas armados e orientados por muitos.

Não nos deixemos distrair

[Sete Partidas]

Não nos deixemos distrair

“Milhões de crianças neste mundo são simplesmente sujeitas à desgraça, à nascença. Repitamos: não têm escolha. Nem vez. Nem voz. Apenas a fatalidade de ter nascido no lugar errado, no momento errado da história. Porque os há. Não nos deixemos iludir.” [Texto de Luís Castanheira Pinto]

Da oração à acção, por esta ordem

7Partidas

Da oração à acção, por esta ordem

Os tumultos destes dias recordam uma viagem recente às Fiji. O texto foi escrito lá. Saiu agora da gaveta. A palavra Bula (diz-se Boo-lá) é invariavelmente o contacto primeiro com qualquer residente nas Fiji. Soa mesmo um simples Olá. A palavra designa vida. O que também nos remete para a saudação tantas vezes usada em Portugal do nosso “viva!”

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

O dia mais ecuménico

O dia mais ecuménico

Nos Estados Unidos, celebra-se esta semana o dia de Thanksgiving. Numa tradução directa seria o dia de Dar Graças. O dia de agradecer. Pela manhã do Thanksgiving, recebi esta mensagem da minha colega Munirat: “With a grateful heart, we join you and your family to say thank you Lord for your immeasurable blessings, provision, protection and mercies.” (*)  A Munirat é minha colega de trabalho. É nigeriana. É muçulmana.

O pequeno Deus da partida

O pequeno Deus da partida

Lá fora, lá bem longe, há um destino que me aguarda. Algures nos confins da África continental, 43 graus à sombra darão lugar à geada que agora me conforta. Como em outras ocasiões, seguir-se-ão os encontros de fato-e-gravata. Os confrontos e entendimentos que, esperamos, ajudem as vidas de milhões de mulheres e crianças. Hoje entregues à crueldade de uma morte extemporânea, anunciada nas folhas de excel sem emoção. [Texto de Luís Pinto]

Uma linha apenas, invisível

Uma linha apenas, invisível

  Ligo a televisão. Leio o jornal. A notícia parece a mesma. Cada semana. Cada dia. Mas não é. São factos diferentes. Apenas parecidos. Na realidade, iguais. Tristemente idênticos. Os protagonistas são outros. As vítimas acumulam-se de cada vez. Uma destas...

Esse Deus dos contrastes

Esse Deus dos contrastes

Os três cenários têm lugar em países por onde passei recentemente. Os cenários são reais. Lagos, Nigéria. Lusaka, Zâmbia. Adis Abeba, Etiópia. Países onde a mortalidade infantil é inaceitavelmente elevada. Onde a subnutrição é endémica. Onde a pobreza persiste num nível infra-humano. Assim mesmo. Cru. Sem temperos.

O terceiro ponto da ordem de trabalhos

O terceiro ponto da ordem de trabalhos

A Guatemala não é um país pobre. Não quando comparado com outros países com que trabalho. Trabalhamos. Ali se observa o chamado “paradoxo da nutrição”. Investimento em massa nas últimas décadas. Governos consecutivos, ONGs e organizações internacionais. Programas armados e orientados por muitos.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois novidade

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia novidade

A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest