
Marcelo Rebelo de Sousa evocou contributo dos ciganos na Restauração da Independência de Portugal. Foto © Presidência da República
O Presidente da República enviou uma mensagem a saudar o Dia da Restauração, “em que valorosos guerreiros nos deram livre a Nação, um dia importante e significativo da História de Portugal, em que o Povo Português recuperou a sua independência, num movimento no qual, com os conjurados de 40, muitos se implicaram, descontentes com a situação do País, aquém e além-mar, e com as suas condições de vida”.
O Presidente da República participou nas cerimónias de hoje, presidindo à sessão evocativa na Praça dos Restauradores, em Lisboa, e à inauguração de uma exposição no Palácio da Independência, e realçou o papel dos cerca de 250 ciganos que ajudaram na batalha pela liberdeda de Portugal. “O «cavaleiro fidalgo» Jerónimo da Costa e muitos dos duzentos e cinquenta outros ciganos que serviram nas fronteiras «procedendo na forma de traje e lugar dos naturais» tombaram por Portugal. Portugal lembra-os, presta-lhes homenagem e exprime a sua gratidão. Este dever de memória é de elementar Justiça e rompe com tanto esquecimento e discriminação de que os ciganos têm, infelizmente, sido alvo no nosso País”, refere a nota da Presidência.
Nas comemorações desta manhã, que contaram com uma homenagem aos heróis da restauração da independência, discursaram a ministra da Defesa, Helena Carreiras, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. Também o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, esteve presente.
O primeiro-ministro não pôde comparecer por motivos de saúde, mas, numa mensagem no Twitter apelou à celebração da “soberania” e da “força da bandeira nacional”. “Celebramos hoje a Restauração da Independência de Portugal, uma data que evoca a afirmação da nossa nação e da nossa soberania. Homenageamos a memória dos que lutaram e contribuíram para essa conquista”, escreveu António Costa.









