O Grupo Vita recebeu nas últimas semanas um pedido de ajuda por parte de um agressor, “que aceitou um processo de ajuda”, e registou um caso em que “a abusadora foi uma mulher, uma freira”. E já sinalizou 42 situações nas estruturas da Igreja e enviou 15 casos para a Procuradoria-Geral da República e para a Polícia Judiciária.












