Lançado esta terça-feira e intitulado “A Situação dos Direitos Humanos no Mundo”, o novo relatório da Amnistia Internacional documenta como o ano de 2025 foi marcado pelo colapso do direito internacional e aponta falhas críticas também em Portugal.
Em relatório anual
Amnistia Internacional denuncia “ordem mundial predatória” e retrocessos nos direitos humanos em PortugalLançado esta terça-feira e intitulado “A Situação dos Direitos Humanos no Mundo”, o novo relatório da Amnistia Internacional documenta como o ano de 2025 foi marcado pelo colapso do direito internacional e aponta falhas críticas também em Portugal.
Papa Leão: plano "realista"
Genocídio tem de terminar, “haja ou não um acordo”, diz AmnistiaEm resposta ao plano proposto pela administração Trump para pôr fim ao conflito em Gaza, a secretária-geral da Amnistia Internacional defende que “o fornecimento de ajuda humanitária e o fim do genocídio de Israel em Gaza não podem ser condicionados, como prevê este plano, à aceitação ou não da proposta pelo Hamas”.
União não suspende acordo com Israel
“Um dos mais vergonhosos momentos da história da UE”, acusa a Amnistia“Este momento ficará na memória como um dos mais vergonhosos da história da UE. Os líderes europeus tiveram a oportunidade de tomar uma posição de princípio contra os crimes de Israel, mas, em vez disso, deram-lhe luz verde para continuar o seu genocídio em Gaza e o seu sistema de apartheid contra os palestinianos.”
Amnistia Internacional denuncia
Um ano depois do 7 de outubro, não haver cessar-fogo “é um fracasso coletivo da humanidade”No dia em que se assinalou um ano desde os ataques do Hamas no sul de Israel e o início da ofensiva das forças israelitas em Gaza, a secretária-geral da Amnistia Internacional (AI), Agnès Callamard, publicou um novo apelo ao cessar-fogo e à libertação imediata e incondicional daqueles que foram feitos reféns. Nas duras palavras da responsável, o facto de o conflito prosseguir é “um fracasso de toda a humanidade”.
Relatório Anual da Amnistia Internacional
“Dois pesos e duas medidas” nos direitos humanos fomentaram “impunidade e instabilidade” em 2022O Relatório Anual da Amnistia Internacional (AI) referente a 2022 denuncia “a incapacidade da comunidade internacional de se unir de forma consistente na proteção dos valores universais” e “a existência de dois pesos e duas medidas em todo o mundo em matéria de direitos humanos”. O documento, divulgado esta terça-feira, 28 de março, conclui que, por esse motivo, “a impunidade e a instabilidade” aumentaram no ano passado e houve “mais sofrimento e devastação”.
Direitos humanos
Amnistia criticou Kiev e a Ucrânia não gostouA guerra da Ucrânia abriu uma inesperada frente no campo dos direitos humanos entre a Amnistia Internacional e o governo do país que foi invadido pela Rússia. Um relatório muito crítico da organização de direitos humanos levou a um ataque do Presidente Volodymyr Zelensky e à posterior demissão da responsável da AI no país.
Região de Xinjiang
Amnistia denuncia prisões arbitrárias de minorias na ChinaA Amnistia Internacional reuniu mais 48 novos casos de pessoas que foram arrastadas para o sistema prisional e para os campos de internamento em Xinjiang, na China, num total de 120 indivíduos que foram presos pelas autoridades de Pequim.
Amnistia saúda resolução
Países terão de justificar direito de veto na ONUA Amnistia Internacional saudou a adoção pela Assembleia Geral das Nações Unidas de uma resolução que exige que esse órgão se reúna de cada vez que o direito de veto for utilizado no Conselho de Segurança.
Em relatório anual
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Genocídio tem de terminar, “haja ou não um acordo”, diz AmnistiaEm resposta ao plano proposto pela administração Trump para pôr fim ao conflito em Gaza, a secretária-geral da Amnistia Internacional defende que “o fornecimento de ajuda humanitária e o fim do genocídio de Israel em Gaza não podem ser condicionados, como prevê este plano, à aceitação ou não da proposta pelo Hamas”.
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“Um dos mais vergonhosos momentos da história da UE”, acusa a Amnistia“Este momento ficará na memória como um dos mais vergonhosos da história da UE. Os líderes europeus tiveram a oportunidade de tomar uma posição de princípio contra os crimes de Israel, mas, em vez disso, deram-lhe luz verde para continuar o seu genocídio em Gaza e o seu sistema de apartheid contra os palestinianos.”
Amnistia Internacional denuncia
Um ano depois do 7 de outubro, não haver cessar-fogo “é um fracasso coletivo da humanidade”No dia em que se assinalou um ano desde os ataques do Hamas no sul de Israel e o início da ofensiva das forças israelitas em Gaza, a secretária-geral da Amnistia Internacional (AI), Agnès Callamard, publicou um novo apelo ao cessar-fogo e à libertação imediata e incondicional daqueles que foram feitos reféns. Nas duras palavras da responsável, o facto de o conflito prosseguir é “um fracasso de toda a humanidade”.
Relatório Anual da Amnistia Internacional
“Dois pesos e duas medidas” nos direitos humanos fomentaram “impunidade e instabilidade” em 2022O Relatório Anual da Amnistia Internacional (AI) referente a 2022 denuncia “a incapacidade da comunidade internacional de se unir de forma consistente na proteção dos valores universais” e “a existência de dois pesos e duas medidas em todo o mundo em matéria de direitos humanos”. O documento, divulgado esta terça-feira, 28 de março, conclui que, por esse motivo, “a impunidade e a instabilidade” aumentaram no ano passado e houve “mais sofrimento e devastação”.
Direitos humanos
Amnistia criticou Kiev e a Ucrânia não gostouA guerra da Ucrânia abriu uma inesperada frente no campo dos direitos humanos entre a Amnistia Internacional e o governo do país que foi invadido pela Rússia. Um relatório muito crítico da organização de direitos humanos levou a um ataque do Presidente Volodymyr Zelensky e à posterior demissão da responsável da AI no país.
Região de Xinjiang
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Amnistia saúda resolução
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In Memoriam
Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração novidadeHá vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinasNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
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