Em 2021, a então Congregação para a Doutrina da Fé publicou um documento cujo objetivo era clarificar a possibilidade de abençoar casais do mesmo sexo. Numa linguagem seca, rígida, legalista e moralizante, típica da teologia romana, o documento conclui sobre a impossibilidade de a Igreja abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que só no contexto do casamento heterossexual as relações sexuais encontram o seu “sentido natural, adequado e plenamente humano”. (Jorge Paulo).












