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Repetição e Sentido no filme O Feitiço do Tempo

[Cinema, existência e narrativa (2)]

Repetição e Sentido no filme O Feitiço do Tempo

 O filme O Feitiço do Tempo, de 1983, dirigido por Harold Ramis, aborda essa relação que estabelecemos com o tempo de um modo criativo e bem-humorado ao nos contar a história do meteorologista Phil, interpretado por Bill Murray, um homem arrogante, vaidoso e petulante, que todos os anos precisa viajar até uma cidade pequena para cobrir o dia da marmota.

Irão e China dividem palmarés

Cinema Documentário de Melgaço

Irão e China dividem palmarés

A história de uma família tradicional de Teerão retratada em Silent House, venceu o Prémio Dom Quixote 2023 da última edição do MDOC/Festival Internacional de Cinema Documentário de Melgaço. O cenário do filme desenrola-se num palacete dantes pertencente a uma das esposas de Reza Shan (o Xá do Irão, entre 1925 e 1941) e constitui, ao mesmo tempo, uma parábola sobre a complexa situação social e política do país.

“O Cinema faz parte da vida”

Entrevista à cineasta Catarina Alves Costa, autora de “Margot”

“O Cinema faz parte da vida”

Em véspera da apresentação no MDOC, do filme “Margot”, de Catarina Alves Costa, falamos com a professora e realizadora, autora de vários registos, entre os quais, “Senhora da Aparecida” (1994); “O Arquitecto e a Cidade Velha” (2004); “Pedra e Cal” (2016) e “Um Ramadão em Lisboa” (2019), além de autora de diversas investigações e livros “Cinema e Povo” (2022).

Memórias da Guerra Colonial em “As Mãos Invisíveis”

MDOC/Festival Internacional de Cinema de Melgaço

Memórias da Guerra Colonial em “As Mãos Invisíveis”

Se muitos dos episódios da guerra colonial continuam   numa espécie de limbo entre o esquecimento e a memória, o filme “Les Mains Invisibles” (2022), de Hugo dos Santos, exibido, anteontem, na sessão da noite do Festival, avivou histórias de milhares de jovens que, por razões de consciência política e luta contra o regime de Salazar e Caetano, resolveram desertar clandestinamente das fileiras do Exército.

“O Sagrado na Ópera” em concerto solidário

Cultura com programa para a JMJ

“O Sagrado na Ópera” em concerto solidário

Um concerto solidário com o título “O Sagrado na Ópera”, com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos realiza-se nesta quarta-feira, 26, às 19h, no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023, como parte de um programa mais vasto com o título A Fé e a Cultura: Jornadas Novas e Antigas.

O Milagre das Lágrimas

As Andorinhas de Cabul

O Milagre das Lágrimas

Desta vez, não consegui ir a uma sala de cinema e acabei por ver, no meio de algumas coincidências, o filme (já de 2019) As Andorinhas de Cabul. Mas vamos às coincidências. Para além de passar na RTP2, na segunda-feira, 5 de Junho e estar disponível na RTP Play, foi também por esta altura que reparei nas primeiras andorinhas (pareceu-me que se tinham atrasado este ano).

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Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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