O bispo de Setúbal manifestou esta terça-feira, 9 de abril, a sua proximidade aos mariscadores que exercem a sua atividade, de forma ilegal, no rio Tejo. Na sequência da morte de um deles e do desaparecimento de outro, junto ao Cais do Seixalinho, na noite do passado sábado, Américo Aguiar escreveu uma nota em que se assume ” envergonhado e impotente”.









