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Oxfam: dados publicados pelo Banco Mundial sobre clima não são fiáveis

Apoio aos países pobres para reduzirem efeitos da crise climática

Oxfam: dados publicados pelo Banco Mundial sobre clima não são fiáveis

Cerca de 7 mil milhões de dólares (40%) dos 17,2 mil milhões que o Banco Mundial (BM) afirma no seu relatório do ano fiscal de 2020 como tendo sido destinados a ajudar os países em desenvolvimento a reduzirem os efeitos das alterações climáticas, podem nunca ter tido essa finalidade, conclui uma auditoria realizada pela organização Oxfam, revelada hoje, dia 3 de outubro.

Acordo final não garante limite dos 1,5º Celsius

Cimeira do clima termina sem ambição

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Sem ambição, nem brilho, deixando “o nosso frágil Planeta preso por um fio”, no dizer de António Guterres, terminou ontem, dia 13 de novembro, a Cimeira do Clima de Glasgow aprovando um acordo final que ninguém é capaz de defender como contendo compromissos suficientes para garantir que em 2050 a temperatura média da terra não esteja 1,5º Celsius acima da que existia antes da era industrial.

Na cidade mais quente do mundo, os 32°C são amenos mas não evitam a violação dos direitos humanos

Jacobabad, Paquistão

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Nos últimos quatro verões, a cidade paquistanesa de Jacobabad ultrapassou com frequência os 50°C. Uma situação que tem origem nas alterações climáticas e, denuncia a Amnistia, consequência nos direitos humanos: por exemplo, o abandono escolar tem crescido entre as crianças, que não se sujeitam a andar quilómetros debaixo de altas temperaturas para chegar a escolas sem qualquer protecção contra o calor.

Seca deixa um milhão à fome em Madagáscar

Alterações climáticas

Seca deixa um milhão à fome em Madagáscar

A crise climática em Madagáscar provocou uma seca devastadora no sul do país, deixando um milhão de pessoas à fome. Segundo a Amnistia Internacional, no relatório “It will be too late to help us once we are dead” (“Quando estivermos mortos, será tarde demais para nos ajudarem”), 91% das pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza.

Energias limpas: solução ou ilusão?

Energias limpas: solução ou ilusão?

O deserto chileno de Atacama é considerado uma das regiões mais áridas do planeta, havendo locais que nunca sentiram um pingo de chuva. Chuquicamata é nome conhecido por aí se situar a maior mina de cobre a céu aberto. Mas Chuquicamata também foi, até fevereiro de 2008, uma pequena cidade que cresceu à sombra da mina e na qual viviam cerca de 25.000 pessoas que dependiam direta ou indiretamente da mina

Tarefa urgente e universal: salvar o planeta e as pessoas

Cenário terrível de emergência climática

Tarefa urgente e universal: salvar o planeta e as pessoas

As atuais concentrações globais de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera encontram-se nos níveis mais altos dos últimos dois milhões de anos, pelo menos. A temperatura global à superfície da Terra continuará a subir até, pelo menos, meados deste século, qualquer que seja o cenário considerado. Sem fortes reduções na emissão de dióxido de carbono e outros gases como o metano, ultrapassar-se-ão os 1,5 ou mesmo 2 graus centígrados no aquecimento global, o que terá consequências catastróficas.

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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