A polémica gerada pelas declarações do Papa Francisco sobre a homossexualidade, na entrevista que concedeu à agência Associated Press (AP), não nasceu do facto de ele ter dito que a Igreja e todos os bispos deviam denunciar como “injusta” qualquer lei que criminalize ou discrimine pessoas LGBT, mas sim daquilo que ele não disse: ser homossexual é um pecado. O Papa referiu-se também ao Caminho Sinodal Alemão como um processo ideológico, censurou o “hábito” de todo o cidadão ter uma arma, referiu as críticas de que tem sido alvo como sendo naturais e afirmou que se renunciasse acabaria os seus dias retirado como bispo emérito de Roma.







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