Nem todos somos chamados a um grande destino/ Mas cada um de nós faz parte de um mistério maior/ Mesmo que a nossa existência pareça irrelevante/ Tu recolhes-te em cada gesto e interrogação
Nem todos somos chamados a um grande destino/ Mas cada um de nós faz parte de um mistério maior/ Mesmo que a nossa existência pareça irrelevante/ Tu recolhes-te em cada gesto e interrogação
Michael Lonsdale era, naquele final do dia, em Braga, o irmão Luc, assim dando corpo e espírito ao monge com o mesmo nome que foi assassinado na Argélia, em 1996. E é inesquecível a sua participação no filme Dos Homens e dos Deuses, que evoca a vida dos monges do mosteiro argelino de Tibhirine, sete dos quais (Bruno, Célestin, Christian, Cristophe, Michel, Paul, além de Luc) raptados e assassinados por um grupo de islamitas.
Um dos mais fascinantes actores franceses, Michael Lonsdale morreu na passada segunda-feira, 21. Uns lembrar-se-ão de ele ter sido o vice-cônsul de Lahore no filme India Song, de Marguerite Duras, outros não ignorarão o facto de ele se ter empenhado em fazer a vida negra a James Bond. Mas Michael Lonsdale participou em filmes de Truffaut, Malle, Buñuel, Spielberg e outros realizadores não menos relevantes.
No Prólogo, o Autor anónimo desta obra enumera quem não deve ler o livro: “os bajuladores, os tagarelas carnais, os linguareiros, os detractores, os que espalham boatos, e toda a espécie de críticos e de curiosos”. Exceptuam-se “os activos (…) tocados pelo espírito de Deus”.
“Quem só sabe de economia, não sabe nada de economia”: esta foi uma das afirmações proferidas pelo cardeal Tolentino Mendonça na conversa, à distância, com o compositor e cantor Pedro Abrunhosa, perante uma audiência de políticos e empresários, na qual também falou de bibliotecas, palavras e silêncio.
No deserto pleno de ruídos em que vivemos – de notícias e conferências, de estradas engarrafadas e redes sociais saturadas –, é possível ver surgirem vozes de pensamento, de sabedoria sobre o que nos rodeia e nos habita. As páginas deste livro constituem uma dessas vozes. Cabe-nos escutá-la.
«Pelo excesso do amor, nos nutrimos d’Ele como pão, ungimo-nos d’Ele como perfume, somos envolvidos por Ele como água». A beleza poética das palavras que a polifónica tradição espiritual cristã nos oferece representa um dom, uma fonte por vezes escondida e inacessível ao comum leitor. A tradução para português de um clássico da Igreja Ortodoxa constitui por si um acontecer bem merecedor de registo.
É a centésima carta – e o próprio Nick Cave assinala o facto e agradece aos leitores, aos que leem e perguntam, que lhe dirigem todo o tipo de questões desde setembro de 2018. Das mais desconcertantes ou bizarras, íntimas e poéticas, às mais banais e quotidianas. É, pois, a carta n.º 100, divulgada sexta-feira, 5 de junho de 2020, na era da pandemia.
Nem todos somos chamados a um grande destino/ Mas cada um de nós faz parte de um mistério maior/ Mesmo que a nossa existência pareça irrelevante/ Tu recolhes-te em cada gesto e interrogação
Michael Lonsdale era, naquele final do dia, em Braga, o irmão Luc, assim dando corpo e espírito ao monge com o mesmo nome que foi assassinado na Argélia, em 1996. E é inesquecível a sua participação no filme Dos Homens e dos Deuses, que evoca a vida dos monges do mosteiro argelino de Tibhirine, sete dos quais (Bruno, Célestin, Christian, Cristophe, Michel, Paul, além de Luc) raptados e assassinados por um grupo de islamitas.
Um dos mais fascinantes actores franceses, Michael Lonsdale morreu na passada segunda-feira, 21. Uns lembrar-se-ão de ele ter sido o vice-cônsul de Lahore no filme India Song, de Marguerite Duras, outros não ignorarão o facto de ele se ter empenhado em fazer a vida negra a James Bond. Mas Michael Lonsdale participou em filmes de Truffaut, Malle, Buñuel, Spielberg e outros realizadores não menos relevantes.
No Prólogo, o Autor anónimo desta obra enumera quem não deve ler o livro: “os bajuladores, os tagarelas carnais, os linguareiros, os detractores, os que espalham boatos, e toda a espécie de críticos e de curiosos”. Exceptuam-se “os activos (…) tocados pelo espírito de Deus”.
“Quem só sabe de economia, não sabe nada de economia”: esta foi uma das afirmações proferidas pelo cardeal Tolentino Mendonça na conversa, à distância, com o compositor e cantor Pedro Abrunhosa, perante uma audiência de políticos e empresários, na qual também falou de bibliotecas, palavras e silêncio.
No deserto pleno de ruídos em que vivemos – de notícias e conferências, de estradas engarrafadas e redes sociais saturadas –, é possível ver surgirem vozes de pensamento, de sabedoria sobre o que nos rodeia e nos habita. As páginas deste livro constituem uma dessas vozes. Cabe-nos escutá-la.
«Pelo excesso do amor, nos nutrimos d’Ele como pão, ungimo-nos d’Ele como perfume, somos envolvidos por Ele como água». A beleza poética das palavras que a polifónica tradição espiritual cristã nos oferece representa um dom, uma fonte por vezes escondida e inacessível ao comum leitor. A tradução para português de um clássico da Igreja Ortodoxa constitui por si um acontecer bem merecedor de registo.
É a centésima carta – e o próprio Nick Cave assinala o facto e agradece aos leitores, aos que leem e perguntam, que lhe dirigem todo o tipo de questões desde setembro de 2018. Das mais desconcertantes ou bizarras, íntimas e poéticas, às mais banais e quotidianas. É, pois, a carta n.º 100, divulgada sexta-feira, 5 de junho de 2020, na era da pandemia.
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola públicaA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
Exéquias este sábado
Morreu António Vitalino, bispo emérito de Beja, aos 84 anosAntónio Vitalino Dantas, bispo emérito de Beja, morreu esta sexta-feira, 9 de outubro, aos 84 anos, no Hospital de Braga. As exéquias estão marcadas para este sábado, 10 de outubro, com missa às 16h00, na igreja Matriz de Parada de Gatim.
Em 2016 eram quatro milhões
Só numa “app” há quase 20 milhões de pessoas que leem a Bíblia todos os diasMais de 18,5 milhões de pessoas em todo o mundo leem diariamente excertos da Bíblia através da aplicação da YouVersion, um crescimento de 13 por cento quando comparado com 2025, anunciou a empresa que está a preparar a segunda edição do Mês Global da Bíblia.
Encontro no Vaticano
“Amoris laetitia” é coerente com o ensinamento da Igreja, afirma irmã Helen AlfordA exortação apostólica Amoris laetitia deve ser entendida em continuidade com a reflexão de João Paulo II sobre o casamento e a família, afirmou a irmã Helen Alford, presidente da Pontifícia Academia das Ciências Sociais.
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