“Nós não podemos abandonar a população de Gaza”, afirmam, de forma veemente, as várias agências das Nações Unidas e algumas organizações não governamentais que estão presentes no terreno, diante da calamidade humanitária que se vive naquele território, desde outubro passado. A posição emerge do agravamento das dificuldades de ajuda a mais de dois milhões de habitantes de Gaza, prestada localmente pela ONU, depois de 16 países doadores terem decidido, no final da última semana, suspender o financiamento. [Texto de Manuel Pinto]












