Ao olhar um grupo de crianças a brincar na rua (ainda as há!), custa-me engolir a evidência de que, para estas crianças, um dia de escola pode significar o maior dos perigos. No Texas, as armas estão por todo o lado e, absurdamente, o nome “Jesus” encaixa frequentemente no discurso que defende o direito a tê-las à disposição e prontas a engatilhar. (Opinião de Sara Leão, mediadora educativa e formadora de Português Língua Estrangeira).










