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Francisco, o Santo Jogral

[Saborear os Clássicos – XVI]

Francisco, o Santo Jogral

Três obras importantes sobre São Francisco, entre muitíssimas mais. De G. K. Chesterton (1874-1936), um grande clássico da literatura: poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, filósofo, desenhista e conferencista. Aparentemente simples, a linguagem deste escritor é complexa. Linguagem paradoxal, desconstruindo um pouco a lógica e o senso comum. A sua leitura é sempre um prazer surpreendente (ed. Aletheia). [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa].

Bispos canadianos reforçam pedido de perdão aos indígenas vítimas de abusos

Dois anos após visita de Francisco

Bispos canadianos reforçam pedido de perdão aos indígenas vítimas de abusos

Os bispos canadianos divulgaram no dia 24 de julho uma carta ao povo de Deus intitulada Das palavras eloquentes às parcerias significativas: um renovado compromisso católico com a reconciliação indígena, na qual reforçam o pedido de perdão aos indígenas vítimas de abusos por parte da Igreja Católica e elencam os progressos realizados no sentido de reparar os danos causados por estes crimes.

O nosso encontro com a História: que significa hoje ser português?

O nosso encontro com a História: que significa hoje ser português?

Os países construíram – constroem – a sua identidade a partir de acontecimentos históricos que foram marcantes para a sua vida coletiva enquanto comunidade. E há acontecimentos que por aquilo que representam, factualmente ou simbolicamente, são centrais na definição dessa matriz identitária.

José Mattoso: História e contemplação

José Mattoso: História e contemplação

Recordo a memória de José Mattoso (1933-2023), amigo e mestre, referência fundamental da moderna historiografia e da cultura portuguesa. Deixo uma breve citação, na qual recordo o seu espírito: “A minha visão da História humana, da História-vivida, é contemplativa.

José Mattoso, um demandador de sentido

José Mattoso, um demandador de sentido

Confesso que escrevo este texto com temor e tremor, face à recente partida do Prof. José Mattoso. Talvez porque tantos outros o fizeram já com mais propriedade e saber ou por me sentir, tal como no Evangelho, como um dos trabalhadores da hora última, entre os que tiveram o privilégio de o conhecer e de o ter como orientador.

José Mattoso (1933-2023): “A vocação monástica permanece o meu primeiro apelo interior”

Historiador morreu aos 90 anos

José Mattoso (1933-2023): “A vocação monástica permanece o meu primeiro apelo interior”

O historiador José Mattoso morreu neste sábado, 8 de Julho, depois de um tempo em que a doença de alzheimer foi tomando conta dele e debilitando-lhe as forças físicas – que não a vontade de continuar a ser “tão curioso, tão humilde a pensar a novidade, tão interessado pelo acontecimento de hoje”, como escreve Jorge Wemans no editorial do 7MARGENS. Não haverá cerimónias fúnebres, uma vez que o próprio decidiu doar o seu corpo à ciência.

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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