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A JMJ em que um jovem deu catequese aos bispos e explicou que não há cristãos sem conversão ecológica

Começaram os encontros "Rise Up"

A JMJ em que um jovem deu catequese aos bispos e explicou que não há cristãos sem conversão ecológica

eria sido uma típica manhã de verão na zona Oeste, com direito a chuva e tudo, não fossem as centenas de jovens que, pouco depois das nove, percorriam já as ruas de Torres Vedras em direção ao pavilhão da Expotorres. Ao vê-los passar, alguns locais, curiosos, perguntavam aos voluntários que lhes indicavam a direção: “Vão para Lisboa, receber o Papa?”. “Não, vão para a catequese”, esclarecia uma das jovens de camisola amarela. Só não explicou que aquela também não seria uma típica catequese: estava prestes a começar o primeiro de três “Rise up”.

“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

Papa às autoridades e à sociedade civil

“Sonho com uma Europa que extinga os focos de guerra”

Foi num tom vigoroso e inspirado que o Papa Francisco, ainda a acabar de chegar, abriu a série de intervenções que fará nestes dias em Portugal, lembrando à União Europeia as suas particulares responsabilidades na promoção da paz e do bem-estar entre os povos. E Lisboa, nessa matéria, pode sugerir aos seus parceiros da EU “uma mudança de ritmo”, já que foi na capital portuguesa que foi assinado o Tratado da Reforma da União Europeia, em 2007, que se orienta por aqueles valores.

“Libération”: a visibilidade do catolicismo

Visto de fora (2)

“Libération”: a visibilidade do catolicismo

Os acontecimentos religiosos não são tradicionalmente uma prioridade informativa do diário francês Libération, mas à Jornada Mundial da Juventude dedicou o jornal, no dia de abertura, quatro páginas integrais e uma referência no topo da primeira página. “Em Lisboa, Jesus regressa para junto dos seus”, diz o título do texto principal.

“O mundo novo começa na novidade de cada encontro”

Manuel Clemente, na missa de abertura da JMJ

“O mundo novo começa na novidade de cada encontro”

“O mundo novo começa na novidade de cada encontro e na sinceridade da saudação que trocamos, para que sejamos pessoas entre pessoas, numa visitação mútua e constante!”, afirmou esta terça-feira, 1 de agosto, o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, na homilia da missa de abertura da Jornada Mundial da Juventude, na véspera da chegada do Papa Francisco a Portugal.

“La Croix”: Um assunto dos jovens

Visto de fora

“La Croix”: Um assunto dos jovens

O diário francês La Croix tem prestado uma significativa atenção à Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Hoje, por exemplo, destaca uma circunstância lamentável: apesar de a iniciativa pretender congregar jovens de todos os continentes, os jovens africanos têm sido confrontados com a relutância do país anfitrião em conceder-lhes o visto de entrada no território.

Direito à festa, direito à esperança

Direito à festa, direito à esperança

Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

Testemunho ao 7MARGENS

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

Quando os pais de Rejoice escolheram o seu nome (que significa “alegra-te, rejubila”), queriam que ele fosse prenúncio de um futuro risonho, mas estavam longe de imaginar que viesse a traduzir na perfeição o sentimento da filha por poder participar numa Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A própria Rejoice parece ainda não acreditar que faz parte do grupo de seis peregrinos que vieram do Sudão do Sul até Lisboa para o encontro mundial de jovens com o Papa. Sentada junto ao campo desportivo da Escola Básica e Secundária António Bento Franco, na Ericeira (paróquia da diocese de Lisboa que a vai acolher ao longo dos próximos dias), é com os olhos marejados de lágrimas – de alegria, claro – que, nesta segunda-feira, 31 de julho, diz já ter aprendido a grande lição desta Jornada que só agora vai começar: “Se nós conseguimos estar aqui, então nada é impossível. Nesta vida, nada é impossível, desde que coloquemos Deus em primeiro lugar”.

Os corações da pequena Zayna acolheram na Mesquita os jovens católicos do Peru

Diálogo inter-religioso integra primeiros momentos da JMJ

Os corações da pequena Zayna acolheram na Mesquita os jovens católicos do Peru

A pequena Zayna abeira-se, um a um, dos jovens (e alguns adultos) peruanos, que chegaram a Lisboa, via Madrid, no domingo à noite. Segunda-feira à tarde, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) está na véspera do seu início oficial, mas o ambiente já é de festa, encontro, muito brilho no olhar, sorrisos a transbordar. Lisboa enche-se de cor nas vestes e nos corações.

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eria sido uma típica manhã de verão na zona Oeste, com direito a chuva e tudo, não fossem as centenas de jovens que, pouco depois das nove, percorriam já as ruas de Torres Vedras em direção ao pavilhão da Expotorres. Ao vê-los passar, alguns locais, curiosos, perguntavam aos voluntários que lhes indicavam a direção: “Vão para Lisboa, receber o Papa?”. “Não, vão para a catequese”, esclarecia uma das jovens de camisola amarela. Só não explicou que aquela também não seria uma típica catequese: estava prestes a começar o primeiro de três “Rise up”.

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Direito à festa, direito à esperança

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Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.

Peregrinos do Sudão do Sul: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”

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Últimas Notícias

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As cápsulas

[Sete Partidas]

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No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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