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Mas afinal para que serve o Sínodo?

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Posso não saber a latitude da palavra “sinodalidade”, mas penso saber aquilo que não é. A sinodalidade agora chamada por Francisco, bispo de Roma e papa, possui uma sustentabilidade ainda não apreendida por todos aqueles que se dizem por sinodais. Exemplo concreto é dizermos que vivemos em sinodalidade desde sempre, porque na igreja existem várias instâncias onde se pode fazer sinodalidade, e sempre existiram. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Primazes anglicanos em Roma, unidade e diversidade

A reunião dos primazes anglicanos, realizada em Roma, e as suas decisões denotam a preocupação pelo caminhar juntos na unidade, dos anglicanos “desavindos” com Cantuária, bem como pelo seu regresso, assim como o desejo de um fortalecimento das relações da Comunhão Anglicana com a Igreja Católica Romana.

Mas afinal para que serve o Sínodo?

As mesmas pessoas, cargos e decisões

Depois do abanão que sofreu a Igreja Católica Romana Portuguesa com a pedofilia de alguns padres (presbíteros), depois de um processo sinodal, ainda a decorrer, depois de uma Jornada Mundial da Juventude, realizada no nosso país, previa-se que alguma coisa mudasse nesta igreja. Mas não, as pessoas são as mesmas e mantêm os seus cargos. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Sínodo é representativo ou participativo?

Quando Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, clamou “todos, todos, todos” – e certamente também queria dizer “tudo, tudo, tudo” –, não estava a confinar o chamado “Sínodo dos Bispos” a uma “representatividade saloia” baseada nas estruturas – algumas não existem! – da Igreja Católica Romana. [A opinião de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Ordenação de Mulheres? Qual a questão?

“Não estou de acordo com o sacerdócio para as mulheres. Como também não estou de acordo com o sacerdócio masculino, mas por razões diferentes do veto estabelecido pelo magistério pontifício. Sinceramente, porque Jesus não ordenou sacerdotes. E porque nas primeiras comunidades de crentes –normativas para a Igreja de todos os tempos – não existem sacerdotes.”, declarou numa entrevista ao jornal “Vida Nueva” a teóloga colombiana Isabel Corpos de Posada. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Sínodo é representativo ou participativo?

Quando Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, clamou “Todos, Todos, Todos” – e certamente também queria dizer “Tudo, Tudo, Tudo”–, não estava a confinar o chamado “Sínodo dos Bispos” a uma “representatividade saloia” baseada nas estruturas – algumas não existem! – da Igreja Católica Romana. Se assim fosse não seria necessário a inauguração de um novo enriquecimento da Igreja com a consigna “Todos, Todos, Todos”, mas tinha-se apoiado nas estruturas existentes. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Igreja Portuguesa: nem “Laudato Si'”, nem “Laudate Deum”

Há acontecimentos na Igreja Católica Romana que nunca se esquecem, talvez porque se farejam neles algumas novidades que podem trazer à instituição “igreja” aquilo que lhe falta. É, por exemplo, a realização da Jornada Mundial da Juventude, que se pode traduzir para ela um símbolo de rejuvenescimento, mercê da tão importante adesão de jovens e não só. E, de facto, o abandono da maior parte dos jovens da igreja é motivo para não compreender porque os jovens aderiram e deliraram com a JMJ. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Comunhão Anglicana: os “Apelos” de Lambeth

A Conferência de Lambeth, de bispos anglicanos, convocada de dez em dez anos reuniu a última vez em julho de 2022, para analisar dez tópicos, contendo questões sobre a “igreja segura”, relações ecuménicas, ambiente e desenvolvimento sustentável, sob o lema “A Igreja de Deus para o Mundo de Deus – caminhar, ouvir e testemunhar juntos”. (Joaquim Armindo)

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Posso não saber a latitude da palavra “sinodalidade”, mas penso saber aquilo que não é. A sinodalidade agora chamada por Francisco, bispo de Roma e papa, possui uma sustentabilidade ainda não apreendida por todos aqueles que se dizem por sinodais. Exemplo concreto é dizermos que vivemos em sinodalidade desde sempre, porque na igreja existem várias instâncias onde se pode fazer sinodalidade, e sempre existiram. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Primazes anglicanos em Roma, unidade e diversidade

A reunião dos primazes anglicanos, realizada em Roma, e as suas decisões denotam a preocupação pelo caminhar juntos na unidade, dos anglicanos “desavindos” com Cantuária, bem como pelo seu regresso, assim como o desejo de um fortalecimento das relações da Comunhão Anglicana com a Igreja Católica Romana.

Mas afinal para que serve o Sínodo?

As mesmas pessoas, cargos e decisões

Depois do abanão que sofreu a Igreja Católica Romana Portuguesa com a pedofilia de alguns padres (presbíteros), depois de um processo sinodal, ainda a decorrer, depois de uma Jornada Mundial da Juventude, realizada no nosso país, previa-se que alguma coisa mudasse nesta igreja. Mas não, as pessoas são as mesmas e mantêm os seus cargos. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Sínodo é representativo ou participativo?

Quando Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, clamou “todos, todos, todos” – e certamente também queria dizer “tudo, tudo, tudo” –, não estava a confinar o chamado “Sínodo dos Bispos” a uma “representatividade saloia” baseada nas estruturas – algumas não existem! – da Igreja Católica Romana. [A opinião de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Ordenação de Mulheres? Qual a questão?

“Não estou de acordo com o sacerdócio para as mulheres. Como também não estou de acordo com o sacerdócio masculino, mas por razões diferentes do veto estabelecido pelo magistério pontifício. Sinceramente, porque Jesus não ordenou sacerdotes. E porque nas primeiras comunidades de crentes –normativas para a Igreja de todos os tempos – não existem sacerdotes.”, declarou numa entrevista ao jornal “Vida Nueva” a teóloga colombiana Isabel Corpos de Posada. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Sínodo é representativo ou participativo?

Quando Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, clamou “Todos, Todos, Todos” – e certamente também queria dizer “Tudo, Tudo, Tudo”–, não estava a confinar o chamado “Sínodo dos Bispos” a uma “representatividade saloia” baseada nas estruturas – algumas não existem! – da Igreja Católica Romana. Se assim fosse não seria necessário a inauguração de um novo enriquecimento da Igreja com a consigna “Todos, Todos, Todos”, mas tinha-se apoiado nas estruturas existentes. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Igreja Portuguesa: nem “Laudato Si'”, nem “Laudate Deum”

Há acontecimentos na Igreja Católica Romana que nunca se esquecem, talvez porque se farejam neles algumas novidades que podem trazer à instituição “igreja” aquilo que lhe falta. É, por exemplo, a realização da Jornada Mundial da Juventude, que se pode traduzir para ela um símbolo de rejuvenescimento, mercê da tão importante adesão de jovens e não só. E, de facto, o abandono da maior parte dos jovens da igreja é motivo para não compreender porque os jovens aderiram e deliraram com a JMJ. [Texto de Joaquim Armindo]

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