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Trindade: escavar na areia das imagens

Pré-publicação

Trindade: escavar na areia das imagens

Fruto de uma tese na Faculdade de Teologia, da autoria de Tiago Fonseca, A Arte de Apresentar o Mistério Trinitário. Imagem, Eucologia e Simbólica (ed. Secretariado Nacional de Liturgia) será apresentado no próximo dia 30, às 21h, na Igreja da Santíssima Trindade, na Covilhã. O autor está neste momento a frequentar o último ano no Seminário Interdiocesano de S. José, em Braga.

Aonde fixar atentamente o desejo?

Aonde fixar atentamente o desejo?

A Ascensão assinala-nos a privação da presença incarnada de Jesus. Porém, é justa e necessária esta «perda», que estabelece outro ‘estar’. Recordado do que disse, terça-feira passada, a teóloga Isabella Guanzini, sublinho a urgência de vivermos com alegria o desejo do Seu retorno, que se vive, no entre-tanto dos dias, sob a neblina matinal a fecundar a realidade.

Aonde fixar atentamente o desejo?

Vinde e ouvi, vou narrar-vos

A palavra tem uma intensidade que surpreende! Sim, é mais diligente que as canções de Rita Lee que, nestes dias ventosos, fez e faz baloiçar, na avenida central, as tílias de corimbos em flor; e, nos camiões do ‘Enterro da gata’, os jovens universitários… (Joaquim Félix. Este texto corresponde à homilia do passado Domingo, dia 14 de maio, Domingo VI do tempo pascal na liturgia católica, 2023.)

Aonde fixar atentamente o desejo?

Como cartão de tapeçaria de Dom Robert

Ao tempo de Jesus e de Simão Pedro, sabemos bem que, também por aqui e muitos outros lados, o pastoreio de rebanhos era uma paisagem comum. Pedro falava para uma comunidade de hebreus, alguns vindos da diáspora e, entre outros, certos pastores, que apascentavam ovelhas de seus senhores. (Homilia do Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga)

Aonde fixar atentamente o desejo?

Pedra do Acordo

Iniciamos hoje a Semana de Oração pelas Vocações. É o primeiro dia e, talvez por parecer muito preliminar, sinto-me à procura de uma primeira parábola, capaz de abrir o ‘dizer justo’. Que início poderia ter esta partilha da Palavra, esta conversa familiar, de forma a não arrefecer os corações incendiados, por certo ainda sem entrar em rescaldo, deste a sua escuta direta? (Homilia de Joaquim Félix)

Aonde fixar atentamente o desejo?

Que fazeis de extraordinário?

Por estes dias, alguns de nós ouviram um padre recém-ordenado a dizer, também numa homilia nesta comunidade, que, enquanto ouvia os pungentes relatos das vítimas, lidos por ocasião da apresentação do relatório da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais sobre Crianças na Igreja Católica em Portugal, só lhe apetecia chorar, chorar… chorar.

Trindade: escavar na areia das imagens

Pré-publicação

Trindade: escavar na areia das imagens

Fruto de uma tese na Faculdade de Teologia, da autoria de Tiago Fonseca, A Arte de Apresentar o Mistério Trinitário. Imagem, Eucologia e Simbólica (ed. Secretariado Nacional de Liturgia) será apresentado no próximo dia 30, às 21h, na Igreja da Santíssima Trindade, na Covilhã. O autor está neste momento a frequentar o último ano no Seminário Interdiocesano de S. José, em Braga.

Aonde fixar atentamente o desejo?

Aonde fixar atentamente o desejo?

A Ascensão assinala-nos a privação da presença incarnada de Jesus. Porém, é justa e necessária esta «perda», que estabelece outro ‘estar’. Recordado do que disse, terça-feira passada, a teóloga Isabella Guanzini, sublinho a urgência de vivermos com alegria o desejo do Seu retorno, que se vive, no entre-tanto dos dias, sob a neblina matinal a fecundar a realidade.

Aonde fixar atentamente o desejo?

Vinde e ouvi, vou narrar-vos

A palavra tem uma intensidade que surpreende! Sim, é mais diligente que as canções de Rita Lee que, nestes dias ventosos, fez e faz baloiçar, na avenida central, as tílias de corimbos em flor; e, nos camiões do ‘Enterro da gata’, os jovens universitários… (Joaquim Félix. Este texto corresponde à homilia do passado Domingo, dia 14 de maio, Domingo VI do tempo pascal na liturgia católica, 2023.)

Aonde fixar atentamente o desejo?

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Ao tempo de Jesus e de Simão Pedro, sabemos bem que, também por aqui e muitos outros lados, o pastoreio de rebanhos era uma paisagem comum. Pedro falava para uma comunidade de hebreus, alguns vindos da diáspora e, entre outros, certos pastores, que apascentavam ovelhas de seus senhores. (Homilia do Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga)

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