Em nome do Estado, o Presidente da República condecorou a economista que estudou a pobreza e as desigualdades e propôs o seu combate.
Em nome do Estado, o Presidente da República condecorou a economista que estudou a pobreza e as desigualdades e propôs o seu combate.
Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga”, escrevia Drummond de Andrade. Este pode ser um mote para uma exposição na Amadora com o título Ó do Mundo, Senhora do Ó, Grávida de Vida.
Teimosamente. A obra de Sophia ecoa. Como o vento. Como o mar. Porque “o poeta escreve para salvar a vida”. Aquela que foi. Que é. A vida num ápice. Luminosa e frágil. Do nascente ao ocaso. Para lá do poente. Celeste. Na “respiração das coisas”. No imprevisível ou na impermanência. A saborear o que tem. A usufruir do que teve. Na dor e na alegria.
“Sempre que aqui venho, sinto uma vibração especial”, dizia em 2004 Ramnical Dave, o shastri (sacerdote) hindu do templo de Radha Krishna, em Telheiras (Lisboa), ao jornalista Joaquim Franco, referindo-se a Fátima. Esse foi um dos pontos de partida para o trabalho de mestrado sobre Devotos Improváveis – Hindus e muçulmanos numa visão de Fátima, defendido nesta segunda-feira, 28, na Universidade Lusófona, em Lisboa.
Onde os vemos? Nas primaveras, em contestação nas ruas, nos novos movimentos desinstitucionalizados de protesto – anticapitalista, antiglobalização, anticorrupção, antiviolência, anti… –, nas greves estudantis, nas lutas contra a discriminação e as desigualdades, na vivência ou procura de uma liberdade que quebra velhos (pre)conceitos, a dar voz à emergência climática, nas opções alimentares, na generosidade do voluntariado…
Em nome do Estado, o Presidente da República condecorou a economista que estudou a pobreza e as desigualdades e propôs o seu combate.
Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga”, escrevia Drummond de Andrade. Este pode ser um mote para uma exposição na Amadora com o título Ó do Mundo, Senhora do Ó, Grávida de Vida.
Teimosamente. A obra de Sophia ecoa. Como o vento. Como o mar. Porque “o poeta escreve para salvar a vida”. Aquela que foi. Que é. A vida num ápice. Luminosa e frágil. Do nascente ao ocaso. Para lá do poente. Celeste. Na “respiração das coisas”. No imprevisível ou na impermanência. A saborear o que tem. A usufruir do que teve. Na dor e na alegria.
“Sempre que aqui venho, sinto uma vibração especial”, dizia em 2004 Ramnical Dave, o shastri (sacerdote) hindu do templo de Radha Krishna, em Telheiras (Lisboa), ao jornalista Joaquim Franco, referindo-se a Fátima. Esse foi um dos pontos de partida para o trabalho de mestrado sobre Devotos Improváveis – Hindus e muçulmanos numa visão de Fátima, defendido nesta segunda-feira, 28, na Universidade Lusófona, em Lisboa.
Onde os vemos? Nas primaveras, em contestação nas ruas, nos novos movimentos desinstitucionalizados de protesto – anticapitalista, antiglobalização, anticorrupção, antiviolência, anti… –, nas greves estudantis, nas lutas contra a discriminação e as desigualdades, na vivência ou procura de uma liberdade que quebra velhos (pre)conceitos, a dar voz à emergência climática, nas opções alimentares, na generosidade do voluntariado…
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembro novidadeEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
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