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Antes de mais é preciso sermos nós próprios

Um texto de José Mattoso para o Natal

Antes de mais é preciso sermos nós próprios

A mensagem que agora publicamos foi partilhada pela família de José Mattoso com os amigos neste Natal de 2023. Por pensarmos ser uma mensagem plena de sentido nestes dias de escuridão e por ser reveladora da forma de estar e de pensar do próprio José Mattoso, decidimos partilhá-la com todos os leitores e leitoras. A pintura (a montanha) que representava a frente do postal da mensagem é da autoria de Madalena Mattoso, filha do autor.

José Mattoso: História e contemplação

José Mattoso: História e contemplação

Recordo a memória de José Mattoso (1933-2023), amigo e mestre, referência fundamental da moderna historiografia e da cultura portuguesa. Deixo uma breve citação, na qual recordo o seu espírito: “A minha visão da História humana, da História-vivida, é contemplativa.

José Mattoso, um demandador de sentido

José Mattoso, um demandador de sentido

Confesso que escrevo este texto com temor e tremor, face à recente partida do Prof. José Mattoso. Talvez porque tantos outros o fizeram já com mais propriedade e saber ou por me sentir, tal como no Evangelho, como um dos trabalhadores da hora última, entre os que tiveram o privilégio de o conhecer e de o ter como orientador.

José Mattoso: a pessoa que morava naquele professor

José Mattoso: a pessoa que morava naquele professor

Um belo dia, deu-se um acontecimento singular. Um estimado professor do Curso de História que vários de nós frequentávamos apresentou-se a provas de doutoramento (sim, na altura, eram duas as provas, em dias subsequentes). Mais pelo professor do que pelo ato – ainda que esse tipo de atos fosse então facto raro – lá fomos ver o espetáculo.

Zé Mattoso: o homem de pé que de joelhos louvava a vida

Editorial 7M

Zé Mattoso: o homem de pé que de joelhos louvava a vida

A imagem que retenho do Zé Mattoso – a quem assim sempre tratei, pois o que nos liga é uma amizade antiga e cumplicidades várias – é esta de um homem profundamente comprometido em perscrutar, sem barreiras nem preconceitos, a história, as instituições, os locais e as mentalidades, o mundo, convocando para isso todo o arsenal intelectual disponível.

José Mattoso (1933-2023): “A vocação monástica permanece o meu primeiro apelo interior”

Historiador morreu aos 90 anos

José Mattoso (1933-2023): “A vocação monástica permanece o meu primeiro apelo interior”

O historiador José Mattoso morreu neste sábado, 8 de Julho, depois de um tempo em que a doença de alzheimer foi tomando conta dele e debilitando-lhe as forças físicas – que não a vontade de continuar a ser “tão curioso, tão humilde a pensar a novidade, tão interessado pelo acontecimento de hoje”, como escreve Jorge Wemans no editorial do 7MARGENS. Não haverá cerimónias fúnebres, uma vez que o próprio decidiu doar o seu corpo à ciência.

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A mensagem que agora publicamos foi partilhada pela família de José Mattoso com os amigos neste Natal de 2023. Por pensarmos ser uma mensagem plena de sentido nestes dias de escuridão e por ser reveladora da forma de estar e de pensar do próprio José Mattoso, decidimos partilhá-la com todos os leitores e leitoras. A pintura (a montanha) que representava a frente do postal da mensagem é da autoria de Madalena Mattoso, filha do autor.

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Recordo a memória de José Mattoso (1933-2023), amigo e mestre, referência fundamental da moderna historiografia e da cultura portuguesa. Deixo uma breve citação, na qual recordo o seu espírito: “A minha visão da História humana, da História-vivida, é contemplativa.

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

Das cantigas de amigo à vinha novidade

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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