AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Ver mais longe com os cedros do Líbano

Ver mais longe com os cedros do Líbano

Para os tempos que vivemos, talvez um pouco de botânica e de literatura ajudem a temperar esta turbulência que nos impede de ter uma perspectiva mais tranquila sobre o mundo. Começo por uma imagem bíblica de beleza natural, a do cedro do Líbano. Esta árvore de grande porte é um sinal de longevidade e vitalidade.

“A leitura dos Evangelhos é tremendamente revolucionária”

Irene Vallejo, autora de “O Infinito Num Junco”

“A leitura dos Evangelhos é tremendamente revolucionária”

Mantém a fantasia de que o autor da Odisseia não é Homero mas o seu pai, que reinventava as histórias de Ulisses. Considera, aliás, que aquele texto traduz “as duas tensões da nossa vida: o desejo de voltar ao lugar seguro e, por outro lado, o desejo de aventura, de risco”. Irene Vallejo, nascida em Saragoça em 1979, autora de O Infinito Num Junco, esteve esta semana em Lisboa para participar na abertura das comemorações do centenário do nascimento de José Saramago e falar sobre o seu livro em entrevistas e debates. Em entrevista ao 7MARGENS falou também acerca da Bíblia, quase ausente do livro que apaixonou milhares de leitores em, por enquanto, mais de 30 países. 

Ler Saramago em conjunto num zoom de Lisboa a Roma

Ler Saramago em conjunto num zoom de Lisboa a Roma

O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago, foi a obra escolhida para dar o mote ao encontro organizado por dois clubes de leitura, um de Roma, outro de Lisboa, que decorrerá via Zoom, dia 16 de abril, às 18h00. Uma segunda sessão, na qual participará Pilar del Rio, presidente da Fundação José Saramago, terá lugar a 25 de junho, também às 18h00. A inscrição é gratuita e está aberta a todos.

Ler, imaginar, sobreviver

Ler, imaginar, sobreviver

Para vos distrair um pouco do assunto que a toda a hora é notícia, e talvez vos divertir, ofereço este fragmento do romance As Intermitências da Morte, de José Saramago [cujos dez anos da morte passaram no dia 18]. Imaginem que a morte deixava de existir no nosso país. As circunstâncias e as circunstâncias dariam muito que falar. Melhor do que assistir a uma série da Netflix é ler este delicioso livro.    

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Muitos europeus, quando tomaram consciência da pandemia do covid-19 e se preparavam para a quarentena, correram a comprar A Peste, de Albert Camus, e Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Os dois romances subiram nos tops de alguns países. Perante uma crise que atrai o adjetivo “inimaginável”, talvez algumas pessoas busquem na ficção, além de um refúgio, uma forma de, recorrendo à imaginação de outros, se prepararem para situações imprevisíveis.

Ver mais longe com os cedros do Líbano

Ver mais longe com os cedros do Líbano

Para os tempos que vivemos, talvez um pouco de botânica e de literatura ajudem a temperar esta turbulência que nos impede de ter uma perspectiva mais tranquila sobre o mundo. Começo por uma imagem bíblica de beleza natural, a do cedro do Líbano. Esta árvore de grande porte é um sinal de longevidade e vitalidade.

“A leitura dos Evangelhos é tremendamente revolucionária”

Irene Vallejo, autora de “O Infinito Num Junco”

“A leitura dos Evangelhos é tremendamente revolucionária”

Mantém a fantasia de que o autor da Odisseia não é Homero mas o seu pai, que reinventava as histórias de Ulisses. Considera, aliás, que aquele texto traduz “as duas tensões da nossa vida: o desejo de voltar ao lugar seguro e, por outro lado, o desejo de aventura, de risco”. Irene Vallejo, nascida em Saragoça em 1979, autora de O Infinito Num Junco, esteve esta semana em Lisboa para participar na abertura das comemorações do centenário do nascimento de José Saramago e falar sobre o seu livro em entrevistas e debates. Em entrevista ao 7MARGENS falou também acerca da Bíblia, quase ausente do livro que apaixonou milhares de leitores em, por enquanto, mais de 30 países. 

Ler Saramago em conjunto num zoom de Lisboa a Roma

Ler Saramago em conjunto num zoom de Lisboa a Roma

O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago, foi a obra escolhida para dar o mote ao encontro organizado por dois clubes de leitura, um de Roma, outro de Lisboa, que decorrerá via Zoom, dia 16 de abril, às 18h00. Uma segunda sessão, na qual participará Pilar del Rio, presidente da Fundação José Saramago, terá lugar a 25 de junho, também às 18h00. A inscrição é gratuita e está aberta a todos.

Ler, imaginar, sobreviver

Ler, imaginar, sobreviver

Para vos distrair um pouco do assunto que a toda a hora é notícia, e talvez vos divertir, ofereço este fragmento do romance As Intermitências da Morte, de José Saramago [cujos dez anos da morte passaram no dia 18]. Imaginem que a morte deixava de existir no nosso país. As circunstâncias e as circunstâncias dariam muito que falar. Melhor do que assistir a uma série da Netflix é ler este delicioso livro.    

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Muitos europeus, quando tomaram consciência da pandemia do covid-19 e se preparavam para a quarentena, correram a comprar A Peste, de Albert Camus, e Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Os dois romances subiram nos tops de alguns países. Perante uma crise que atrai o adjetivo “inimaginável”, talvez algumas pessoas busquem na ficção, além de um refúgio, uma forma de, recorrendo à imaginação de outros, se prepararem para situações imprevisíveis.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest