Em 1917, em plena Guerra 1914-18, e de novo em 1943, antes do fim da Segunda Guerra Mundial, dois filósofos diziam, por palavras semelhantes, o mesmo da mensagem de Fátima: “uma penitência comum, um arrependimento comum, um sacrifício comum” que favorecessem a “interajuda solidária e recíproca”. Agora, é tempo de reconstruir, sem esquecer a dimensão espiritual, pediu o cardeal Tolentino em Fátima.












