A família do capitão Arthur Barros Basto, fundador da Comunidade Judaica do Porto e falecido em 1961, vai endurecer a luta que dura há já três gerações pela reintegração póstuma do ex-oficial no Exército, de onde foi expulso em 1937. Em comunicado enviado às redações esta segunda-feira, 20 de março, a sua neta, Isabel Barros Lopes, garante que irá avançar até ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos caso o assunto não seja resolvido em Portugal.












