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Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

24 de novembro, em Lisboa

Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

Poderá um pequeno grupo de trabalho paroquial salvar-nos da crise climática? A avaliar pelas ações levadas a cabo pelo grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel – nascido há cerca de um ano na paróquia lisboeta com o mesmo nome -, sem dúvida que pode, pelo menos, ajudar… e não é pouco. A próxima iniciativa deste grupo foi apresentada esta quinta-feira aos jornalistas e está agendada para dia 24 de novembro: trata-se de uma vigília de ação e reflexão que pretende reunir o maior número de pessoas possível – católicos, “irmãos de todas as religiões e tradições espirituais” e não crentes –  para “salvar o planeta e defender a vida”.

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

Nota sobre a Laudate Deum

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

“Este é o tempo da ação, que requer o envolvimento de todos”, afirma a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) numa nota publicada esta segunda-feira, 23 de outubro, em resposta à mais recente exortação apostólica do Papa, Laudate Deum. O organismo da Igreja Católica portuguesa faz saber que subscreve as palavras de Francisco e apela a todos que tenham a coragem de assumir “mudanças de estilo de vida” para proteger a casa comum.

A “Laudate Deum” e a Inteligência Artificial

A “Laudate Deum” e a Inteligência Artificial

Um estudo publicado no passado dia 10 de outubro discute a crescente pegada energética da inteligência artificial (IA) e seu potencial impacte ambiental. A rápida expansão e ampla aplicação da IA nos últimos anos, especialmente com o lançamento do ChatGPT da OpenAI, aumentou a preocupação sobre o consumo excessivo de eletricidade para suportar estas ferramentas.

“Laudate Deum”, um apelo à ação

“Laudate Deum”, um apelo à ação

Oito anos depois da publicação da carta encíclica Laudato si’, o Papa Francisco assinou no dia de S. Francisco de Assis a exortação apostólica Laudate Deum, onde regressa ao cuidado do maltratado planeta, exprimindo profunda preocupação pela nossa casa comum. No fundo, o impacto da mudança climática prejudicará cada vez mais a vida de muitas pessoas e famílias. Estão em causa a saúde, o emprego, o acesso aos recursos, a habitação e as migrações forçadas.

Somos o que fazemos ao mundo

Somos o que fazemos ao mundo

Com o seu texto, o Papa assume uma ampla perspetiva universal. Dito de outro modo, a sua origem não europeia permitiu-lhe uma experiência de vida, rica e diversa, onde naturalmente não se paga tributo ao pecado venial do eurocentrismo, que tende a identificar-se, de modo arrogante e redutor, com a universalidade inteira. [A opinião de Viriato Soromenho-Marques]

Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos

Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos

A novíssima exortação apostólica sobre o “não-cuidado” da casa comum dá alguns puxões de orelhas, mostrando a grande preocupação do Papa com tanta inoperância perante os problemas que se adensam. Mas o título – Laudate Deum –, citando mais uma vez S. Francisco de Assis, está no modo imperativo, dirigido de novo a todas as pessoas de boa vontade, propondo uma atitude humilde, confiante e grata, porque, alerta, “um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo”.

Um choque em cadeia

Um choque em cadeia

Imagine que está na rua à espera do seu filho que o vem buscar de carro, e, de repente, vê um choque em cadeia. Vários carros embatem uns nos outros, o do seu filho incluído, e algumas pessoas sofrem lesões graves. O trânsito é intenso, e os carros que vêm da rua adjacente não sabem ao que vêm. Certamente vão ficar presos neste congestionamento e, na pior das hipóteses, poderão chocar contra os automóveis já no meio do desastre, sobretudo se vierem com muita pressa.

Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

24 de novembro, em Lisboa

Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

Poderá um pequeno grupo de trabalho paroquial salvar-nos da crise climática? A avaliar pelas ações levadas a cabo pelo grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel – nascido há cerca de um ano na paróquia lisboeta com o mesmo nome -, sem dúvida que pode, pelo menos, ajudar… e não é pouco. A próxima iniciativa deste grupo foi apresentada esta quinta-feira aos jornalistas e está agendada para dia 24 de novembro: trata-se de uma vigília de ação e reflexão que pretende reunir o maior número de pessoas possível – católicos, “irmãos de todas as religiões e tradições espirituais” e não crentes –  para “salvar o planeta e defender a vida”.

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

Nota sobre a Laudate Deum

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

“Este é o tempo da ação, que requer o envolvimento de todos”, afirma a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) numa nota publicada esta segunda-feira, 23 de outubro, em resposta à mais recente exortação apostólica do Papa, Laudate Deum. O organismo da Igreja Católica portuguesa faz saber que subscreve as palavras de Francisco e apela a todos que tenham a coragem de assumir “mudanças de estilo de vida” para proteger a casa comum.

A “Laudate Deum” e a Inteligência Artificial

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Um estudo publicado no passado dia 10 de outubro discute a crescente pegada energética da inteligência artificial (IA) e seu potencial impacte ambiental. A rápida expansão e ampla aplicação da IA nos últimos anos, especialmente com o lançamento do ChatGPT da OpenAI, aumentou a preocupação sobre o consumo excessivo de eletricidade para suportar estas ferramentas.

“Laudate Deum”, um apelo à ação

“Laudate Deum”, um apelo à ação

Oito anos depois da publicação da carta encíclica Laudato si’, o Papa Francisco assinou no dia de S. Francisco de Assis a exortação apostólica Laudate Deum, onde regressa ao cuidado do maltratado planeta, exprimindo profunda preocupação pela nossa casa comum. No fundo, o impacto da mudança climática prejudicará cada vez mais a vida de muitas pessoas e famílias. Estão em causa a saúde, o emprego, o acesso aos recursos, a habitação e as migrações forçadas.

Somos o que fazemos ao mundo

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Com o seu texto, o Papa assume uma ampla perspetiva universal. Dito de outro modo, a sua origem não europeia permitiu-lhe uma experiência de vida, rica e diversa, onde naturalmente não se paga tributo ao pecado venial do eurocentrismo, que tende a identificar-se, de modo arrogante e redutor, com a universalidade inteira. [A opinião de Viriato Soromenho-Marques]

Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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