“Apocalíptico” será talvez o melhor adjetivo para definir o cenário que se vive atualmente em Beirute. Num país que já se encontrava devastado pela pior crise financeira de sempre desde a guerra civil de 1975-1990, exacerbada pela pandemia de coronavírus, as duas grandes explosões que arrasaram parte da capital libanesa esta terça-feira, 4 de agosto, foram um duro golpe. Os relatos que chegam das organizações católicas e de ajuda humanitária no terreno são unânimes: a crise é tão profunda, que neste momento estão a trabalhar “não para combater a pobreza, mas para salvar vidas”.











