“Se dizemos que nos opomos à tortura, isso é política?”, perguntou o bispo auxiliar de Minsk, Yuri Kasabutsky, numa das suas recentes homilias. Para o recentemente reeleito presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, parece que sim. O arcebispo Tadeusz Kondrusiewicz, que apelou ao diálogo e reconciliação, continua sem autorização para entrar no país, acusado por Lukashenko de se ter “dedicado à política”.








