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Três escritoras à conversa na biblioteca da paróquia

Clube de Leitura STA

Três escritoras à conversa na biblioteca da paróquia

O Clube de Leitura de São Tomás de Aquino, em Benfica (Lisboa) retoma os seus encontros de leitores propondo um ciclo de primavera sobre regressos: à infância, à terra, à memória, a nós mesmos. A 18 de abril, 11 e 23 de maio, terão lugar conversas com as autoras de três livros: duas primeiras obras de duas escritoras a estrear-se na ficção, Cláudia Araújo Teixeira e Catarina Gomes, e o mais recente romance de Lídia Jorge.

Além da montanha… existe um arco-íris

Além da montanha… existe um arco-íris

Vi o livro no balcão do espaço de atendimento, no seminário dos Dehonianos, em Alfragide. A capa chamou-me a atenção. Peguei nele, folheei aleatoriamente e comecei a ler algumas frases. Despertou-me curiosidade, depois atenção e logo após interesse. (Opinião de Rui Madeira).

“No Armário do Vaticano”: uma leitura desconcertante

“No Armário do Vaticano”: uma leitura desconcertante

Embora tenha sido publicado em Portugal em 2019, só agora me atrevi a ler o famoso livro No Armário do Vaticano, escrito pelo jornalista francês Frédéric Martel, que levou por diante uma intensa investigação sobre homossexualidade e poder no interior e nas franjas do Vaticano. O livro deixou-me estupefacto! (Opinião de Jorge Paulo)

Os meus livros também

Os meus livros também

… são para mim motivo de cuidados. Por razões de espaço e, como diz a minha mulher, por estar a criar problemas aos meus filhos: que farão, depois, dos meus livros? O que quiserem, é claro. Já tive de dar, com gosto e desgosto, muitos deles. Mas o maior dos meus problemas, quanto aos livros, é que já não terei tempo para ler aqueles que tenho mesmo de ler.

Anton Tchékhov, o sentimento trágico da vida

Saborear os Clássicos (XII)

Anton Tchékhov, o sentimento trágico da vida

Anton Tchékhov (1860-1904) é um nome grande dos clássicos russos. Geralmente é conhecido pela sua obra dramática: “As peças de teatro cobriram-no de glória”, comenta o seu grande amigo e escritor russo Ivan Bounine (1870-1953) que recebeu o prémio Nobel, em 1933, no exílio, em Paris.

O que fazer dos nossos livros?

[Nas margens da filosofia – L]

O que fazer dos nossos livros?

Que fazer dos quase dezasseis mil livros que ao longo da nossa vida temos comprado e herdado? Dos meus irmãos recebi praticamente todos os nossos livros de infância pois nenhum pretendia guardá-los. A esses se acrescentam os livros de direito do meu marido, os meus de filosofia e as centenas de obras de história, de literatura, de enciclopédias, de dicionários etc., etc.. A casa de férias tem ajudado a solucionar esta situação e nela guardamos essencialmente a literatura infantil e policial.

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Clube de Leitura STA

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Além da montanha… existe um arco-íris

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Vi o livro no balcão do espaço de atendimento, no seminário dos Dehonianos, em Alfragide. A capa chamou-me a atenção. Peguei nele, folheei aleatoriamente e comecei a ler algumas frases. Despertou-me curiosidade, depois atenção e logo após interesse. (Opinião de Rui Madeira).

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Embora tenha sido publicado em Portugal em 2019, só agora me atrevi a ler o famoso livro No Armário do Vaticano, escrito pelo jornalista francês Frédéric Martel, que levou por diante uma intensa investigação sobre homossexualidade e poder no interior e nas franjas do Vaticano. O livro deixou-me estupefacto! (Opinião de Jorge Paulo)

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Profecias apocalípticas e a esperança cristã

[Entre Margens]

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Com o alarme dos últimos dias, vindo dos grandes promotores da IA de fabrico americano, todos nos demos conta de que, tal como Ícaro, que queimou as asas por voar demasiado perto do sol, a mais recente criação da Humanidade, tanto poderá fazê-la voar mais alto, como poderá ser a sua perdição. [Texto de Joana Rigato].

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