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“O Que Quero dizer ao Morrer”

Leituras de Páscoa (5)

“O Que Quero dizer ao Morrer”

Tendo em conta a centralidade e importância da Páscoa no calendário cristão, o 7MARGENS publica excertos de algumas obras que ajudem à reflexão para e sobre estes dias, sempre na relação com o tempo histórico que estamos a viver. Neste caso, O Que Quero Dizer ao Morrer, de Maria Margarida Teixeira, editado pela Editorial AO.

Mata-me, mãe

Mata-me, mãe

Tiago adorava a adrenalina de ser atropelado pelas ondas espumosas dos mares de bandeira vermelha. Poucos entenderão isto, à excepção dos surfistas. Como explicar a alguém a sensação de ser totalmente abalroado para um lugar centrífugo e sem ar, no qual os segundos parecem anos onde os pontos cardeais se invalidam? Como explicar a alguém que o limiar da morte é o lugar mais vital dos amantes de adrenalina, essa droga que brota das entranhas? É ao espreitar a morte que se descobre a vida.

Corpo de Alexei Navalny já foi entregue à mãe

Nove dias após a sua morte numa prisão russa

Corpo de Alexei Navalny já foi entregue à mãe

O corpo do líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi entregue à sua mãe, informou ontem, sábado, Ivan Zhdanov, diretor da Fundação Anti-Corrupção de Navalny e um dos seus principais assessores na sua conta de Telegram. O responsável agradeceu a “todos” os que apelaram às autoridades russas para que devolvessem o corpo de Navalny à sua mãe, citado pela Associated Press.

Jacques Delors: Mais do que Europa

1925-2023

Jacques Delors: Mais do que Europa

Conheci Jacques Delors antes de se tornar mito. Foi a militância cristã que acompanhei desde os anos setenta. Conheci-o pessoalmente na passagem dos anos noventa para 2000. Falámos então sobre a herança de Emmanuel Mounier, sobre a Educação para o século XXI e sobre questões candentes na construção europeia, que muito o preocupavam, como o alargamento, o défice democrático e a perda na coesão económica e social. Em outubro de 2000, celebrámos na UNESCO em Paris, com Paul Ricoeur e Guy Coq os cinquenta anos do filósofo do “Traité du Caràctere”. (Um texto de Guilherme d’Oliveira Martins)

Mata-me, mãe

O funeral da mãe do meu amigo

O que dizer a um amigo no enterro da sua mãe? Talvez opte por ignorar as palavras e me fique pelo abraço apertado. Ou talvez o abraço com palavras, sim, porque haveria de escolher um ou outro? Os dois. Não é possível que ainda não tenha sido descoberta a palavra certa para se dizer a um amigo no dia da morte da sua mãe. Qual será? Porque é que todas as palavras parecem estúpidas em dias de funeral? 

Há uma comunidade compassiva a crescer no Porto, e esta quinta-feira é possível conhecê-la melhor

Seminário aberto a todos

Há uma comunidade compassiva a crescer no Porto, e esta quinta-feira é possível conhecê-la melhor

Tornar o Porto uma cidade mais compassiva nas áreas do envelhecimento, da doença, da morte e do luto, do isolamento social e da solidão: era esse o principal objetivo da associação Compassio, quando ali nasceu, em 2020. Quase quatro anos depois (e com uma pandemia pelo meio), pode dizer-se que o objetivo foi cumprido, mas que, ao mesmo tempo, há ainda muito por fazer. É por isso que, na tarde desta quinta-feira, 23 de novembro, a associação dinamiza um seminário em que irá explicar melhor este seu objetivo, partilhar os resultados do trabalho já desenvolvido, e refletir sobre a pertinência do mesmo nos dias de hoje. A participação é gratuita e aberta a todos.

Mata-me, mãe

Uma sombra de gente a olhar a morte

Quando uma guerra se instala – seja em que parte for – falhamos todos. Falhamos enquanto espécie. Falhamos por acreditar que vivemos em linha recta quando negligenciamos a evidência dos ciclos.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

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R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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