neste dia quero sobretudo lembrar (e perdoem-me todas as outras, nomeadamente as que são vítimas) as que não têm voz, aquelas que não engrossam as manifestações de rua ou o espaço da comunicação, mas que calam a revolta e sofrem em silêncio a razão da sua luta. Elas fazem parte dos mais de 70 milhões de pessoas forçadas a deixar as suas casas por motivos de guerra, perseguição, violência e violação aos direitos humanos.












