AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Lembrar as mulheres refugiadas

Lembrar as mulheres refugiadas

neste dia quero sobretudo lembrar (e perdoem-me todas as outras, nomeadamente as que são vítimas) as que não têm voz, aquelas que não engrossam as manifestações de rua ou o espaço da comunicação, mas que calam a revolta e sofrem em silêncio a razão da sua luta. Elas fazem parte dos mais de 70 milhões de pessoas forçadas a deixar as suas casas por motivos de guerra, perseguição, violência e violação aos direitos humanos.

Católicas manifestam-se em Espanha contra discriminação na Igreja

Católicas manifestam-se em Espanha contra discriminação na Igreja

“O nosso objectivo, esta manhã, não é de ruptura nem excludente”, disse uma das intervenientes na manifestação da Revolta das Mulheres na Igreja. A iniciativa juntou algumas centenas de pessoas, sobretudo mulheres, no exterior da catedral de Almudena, em Madrid, neste domingo, 1 de Março, reivindicando mais participação das mulheres no interior da Igreja Católica. “Procuramos, isso sim, uma reforma da Igreja a partir da perspectiva das mulheres”, acrescentou.

Olhar a mulher com Alfredo Cunha

Olhar a mulher com Alfredo Cunha

O Tempo das Mulheres, em exposição no Museu de Lisboa (Torreão Poente da Praça do Comércio) até 29 de março, oferece um conjunto de fotografias de mulheres com o comentário de Maria Antónia Palla. A objetiva de Alfredo Cunha percorreu diversas regiões do globo, diferentes épocas e vivências culturais. A exposição divide-se em quatro tempos: infância, juventude, idade adulta, e terceira idade; numa alusão aos tempos que percorrem a vida e se constituem como marcos da sua evolução.

Josefina, a soba da Ganda: “Aqui ’tava muito bonito, mas a guerra mudou tudo!”

Josefina, a soba da Ganda: “Aqui ’tava muito bonito, mas a guerra mudou tudo!”

Nascida em Katchiumgo, no Huambo, Josefina, de 56 anos, é soba num bairro da Ganda, o Alto da Catumbela, província de Benguela (Angola). Este cargo tem uma enorme relevância na gestão da comunidade, sendo reconhecido como autoridade tradicional pelas populações e pelo Estado. A nomeação resulta do voto de outros sobas e da população. Já a sua avó tinha sido soba em Cachiungo, uma vila e município da província do Huambo.

A violência doméstica

A violência doméstica

No início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, e em boa hora, a Comissão Ecuménica do Porto decidiu invocar que a violência doméstica não entre “nas nossas casas e todos vivam em paz”, por um amor livre e comprometido, gratuito e que sabe receber, intenso e equilibrado, apaixonado e consciente, mais entregue do que pedido, mais doado do que um direito.

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Marleen faz referência a uma injustiça social. Ao facto de se colocar “por cima dos ombros da mulher” a responsabilidade pelo casamento e pela família. Devo referir que, tradicionalmente, no Sul de Moçambique, o casamento de um homem e de uma mulher, na maior parte das vezes, é um compromisso entre as famílias dos dois. O que Marleen refere na música é que a família de uma determinada esposa se sente orgulhosa, pelo facto de a filha se ter casado.

Mais de 500 mulheres assassinadas em Portugal em 15 anos, é preciso cuidar também dos orfãos

Mais de 500 mulheres assassinadas em Portugal em 15 anos, é preciso cuidar também dos orfãos

O Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA), da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), contabiliza mais de 500 mulheres assassinadas nos últimos 15 anos em Portugal – só em 2019, foram 28. Algumas baleadas, outras estranguladas ou espancadas, a maioria foi vítima de violência doméstica. O novo problema é apoiar as crianças que ficam órfãs, alerta o OMA.

Lembrar as mulheres refugiadas

Lembrar as mulheres refugiadas

neste dia quero sobretudo lembrar (e perdoem-me todas as outras, nomeadamente as que são vítimas) as que não têm voz, aquelas que não engrossam as manifestações de rua ou o espaço da comunicação, mas que calam a revolta e sofrem em silêncio a razão da sua luta. Elas fazem parte dos mais de 70 milhões de pessoas forçadas a deixar as suas casas por motivos de guerra, perseguição, violência e violação aos direitos humanos.

Católicas manifestam-se em Espanha contra discriminação na Igreja

Católicas manifestam-se em Espanha contra discriminação na Igreja

“O nosso objectivo, esta manhã, não é de ruptura nem excludente”, disse uma das intervenientes na manifestação da Revolta das Mulheres na Igreja. A iniciativa juntou algumas centenas de pessoas, sobretudo mulheres, no exterior da catedral de Almudena, em Madrid, neste domingo, 1 de Março, reivindicando mais participação das mulheres no interior da Igreja Católica. “Procuramos, isso sim, uma reforma da Igreja a partir da perspectiva das mulheres”, acrescentou.

Olhar a mulher com Alfredo Cunha

Olhar a mulher com Alfredo Cunha

O Tempo das Mulheres, em exposição no Museu de Lisboa (Torreão Poente da Praça do Comércio) até 29 de março, oferece um conjunto de fotografias de mulheres com o comentário de Maria Antónia Palla. A objetiva de Alfredo Cunha percorreu diversas regiões do globo, diferentes épocas e vivências culturais. A exposição divide-se em quatro tempos: infância, juventude, idade adulta, e terceira idade; numa alusão aos tempos que percorrem a vida e se constituem como marcos da sua evolução.

Josefina, a soba da Ganda: “Aqui ’tava muito bonito, mas a guerra mudou tudo!”

Josefina, a soba da Ganda: “Aqui ’tava muito bonito, mas a guerra mudou tudo!”

Nascida em Katchiumgo, no Huambo, Josefina, de 56 anos, é soba num bairro da Ganda, o Alto da Catumbela, província de Benguela (Angola). Este cargo tem uma enorme relevância na gestão da comunidade, sendo reconhecido como autoridade tradicional pelas populações e pelo Estado. A nomeação resulta do voto de outros sobas e da população. Já a sua avó tinha sido soba em Cachiungo, uma vila e município da província do Huambo.

A violência doméstica

A violência doméstica

No início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, e em boa hora, a Comissão Ecuménica do Porto decidiu invocar que a violência doméstica não entre “nas nossas casas e todos vivam em paz”, por um amor livre e comprometido, gratuito e que sabe receber, intenso e equilibrado, apaixonado e consciente, mais entregue do que pedido, mais doado do que um direito.

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Marleen faz referência a uma injustiça social. Ao facto de se colocar “por cima dos ombros da mulher” a responsabilidade pelo casamento e pela família. Devo referir que, tradicionalmente, no Sul de Moçambique, o casamento de um homem e de uma mulher, na maior parte das vezes, é um compromisso entre as famílias dos dois. O que Marleen refere na música é que a família de uma determinada esposa se sente orgulhosa, pelo facto de a filha se ter casado.

Mais de 500 mulheres assassinadas em Portugal em 15 anos, é preciso cuidar também dos orfãos

Mais de 500 mulheres assassinadas em Portugal em 15 anos, é preciso cuidar também dos orfãos

O Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA), da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), contabiliza mais de 500 mulheres assassinadas nos últimos 15 anos em Portugal – só em 2019, foram 28. Algumas baleadas, outras estranguladas ou espancadas, a maioria foi vítima de violência doméstica. O novo problema é apoiar as crianças que ficam órfãs, alerta o OMA.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.