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Invasões de terras e assassinatos de indígenas aumentaram em 2020

Relatório no Brasil

Invasões de terras e assassinatos de indígenas aumentaram em 2020

2020 foi “um ano trágico para os povos originários no país”, segundo um relatório divulgado sobre a violência contra povos indígenas. Os dados relatam 182 “assassinatos” e 16 casos de “homicídio culposo” e a pandemia da covid-19 deixou um rasto de mortes, acentuado pela má gestão do governo federal de Bolsonaro.

Bolsonaro “persona non grata” em Pádua, na visita à terra do seu avô

Diocese de Santo António

Bolsonaro “persona non grata” em Pádua, na visita à terra do seu avô

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, em visita a Itália, será esta segunda-feira feito cidadão da pequena cidade de Anguillara Veneta, onde nasceu o seu avô, mas não terá honras de chefe de Estado na visita que pretende fazer no mesmo dia à basílica de Santo António, em Pádua. A diocese local diz-se embaraçada e envergonhada com a visita e os monges franciscanos da basílica recusam-se a recebê-lo,

Arcebispo de Moscovo: perplexidade e ansiedade

Novo surto de covid-19 na Rússia

Arcebispo de Moscovo: perplexidade e ansiedade

Perplexidade e ansiedade, mais do que medo, é como o arcebispo de Moscovo e presidente da Conferência Episcopal Russa, Pavel Pezzi, caracteriza a reação da população perante a atual vaga de covid-19 que não para de fazer vítimas em toda a Rússia: só nas últimas 24 horas (entre 28 e 29 de outubro) foram confirmados 39.849 novos casos de Covid-19 e 1.163 mortes.

“Viemos aqui pelos mais esquecidos. Eles, mais do que todos, são portugueses”

PR no encerramento da Jornada da Memória e da Esperança

“Viemos aqui pelos mais esquecidos. Eles, mais do que todos, são portugueses”

O Presidente da República plantou uma Árvore da Memória no Hospital de Santa Maria, uma Árvore da Esperança ficou no Estádio Universitário de Lisboa, enquanto duas bandas militares encheram de música a praça do Rossio, em Lisboa, com muitos turistas a querer saber o que se passava. Foram as cerimónias conclusivas da Jornada da Memória que, durante três dias, mobilizou milhares de pessoas por todo o país.

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser.

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser.

A homenagem aos que perderam as suas vidas nesta pandemia é uma forma de reconhecermos que não foram só os seus dias que foram precoce e abruptamente reduzidos, mas também que todos nós, os sobreviventes, perdemos neles um património imenso e insubstituível. Só não o perderemos totalmente se procurarmos valorizá-lo, de formas mais ou menos simbólicas como é o caso da Jornada da Memória e da Esperança deste fim-de-semana, mas também na reflexão sobre as nossas próprias vidas e as das gerações que nos sucederão.

Confinar o medo?

Confinar o medo?

Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.

Escândalo da vacinação em África é provocação à consciência europeia

Comentário

Escândalo da vacinação em África é provocação à consciência europeia

A União Europeia (UE) pode orgulhar-se de ter quase sete em cada dez pessoas vacinadas e cerca de dois terços com vacinação completa. Pode ainda orgulhar-se, como acaba de o exibir a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, de que, ao mesmo tempo que progredia na vacinação, exportava mil milhões de vacinas para mais de 150 países. Porém, a UE deveria estar envergonhada com um modelo de negócio de vacinas e de patentes que faz com que nem metade da população do planeta tenha pelo menos uma dose do antídoto contra a covid-19.

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