“A Europa não pode ignorar o Mediterrâneo”, diz o Papa, que inicia nesta quinta-feira uma viagem para recordar a convivência inter-religiosa que Chipre já viveu e a osmose entre o pensamento grego e o cristianismo. Mas Francisco atravessará terreno escaldante, tensões políticas e tragédias humanitárias ao rubro: a última capital do mundo partida ao meio, Grécia e Turquia zangadas, refugiados, migrações, diálogo com os ortodoxos, convivência com os muçulmanos…












