AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Um padre pode ser substituído por Inteligência Artificial?

Um padre pode ser substituído por Inteligência Artificial?

“É uma questão de tempo” – respondeu um jovem a quem fiz a pergunta que deixo no título. A convicção do jovem não se refere tanto à função de pastor de uma comunidade, mas tão só a dados que os sistemas de IA recolhem na rede e, em alguns casos, ao algoritmo que os combina para criar novos cenários, ideias ou até diferentes análises dos assuntos em tratamento, respondendo ao utilizador. [Texto de Alberto Teixeira]

Do que se fala e do que se devia falar

Do que se fala e do que se devia falar

O sofrimento que não projeta, não dá fotos, não dá audiências, é ignorado como se não existisse. Não é importante. Não tem qualquer destaque o que acontece com algumas famílias; o que acontece com adultos e crianças de todas as idades, se forem desconhecidos ou não tiverem razão de evidenciação. (Margarida Cordo)

Do que se fala e do que se devia falar

As urgências da humanidade

No anterior artigo que publiquei no 7MARGENS e no qual invoquei o Dia Mundial da Saúde Mental, prometi referenciar algumas urgências da humanidade, como proposta para construir a esperança num mundo melhor e, consequentemente, enfrentar e combater, no que de cada um depende, algumas fraturas relevantes da humanidade.

Relações falhadas

Relações falhadas

Vivemos em tempos que nos convocam ao equilíbrio. Estamos rodeados de desequilíbrio por todo o lado, tanto nos discursos como nas atitudes, por parte de muitos protagonistas na vida pública. Basta pensarmos na arena política (populismos de esquerda e direita), no desporto ou mesmo no campo das artes, mas também na vida privada, se considerarmos a violência doméstica e tantos outros crimes sociais. As sociedades necessitam de equilíbrio emocional, relacional, económico-financeiro e também espiritual.

Chega de rodeios!

Chega de rodeios!

Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.

A importância de desacelerar

Nas margens da filosofia (XLI)

A importância de desacelerar

Um dos alertas que nos foi dado pelo Papa Francisco na sua encíclica Laudato Si’ foi a necessidade de tomarmos consciência do ritmo frenético que se instalara nas nossas vidas. O termo por ele usado foi rapidación, essa velocidade imposta às acções humanas, fortemente contrastante com a lentidão natural da evolução biológica.”

O elogio do concreto em tempos de covid

O elogio do concreto em tempos de covid

A pandemia trouxe muitas alterações às nossas vidas. E uma delas é o novo modelo dos telejornais. Habituámo-nos a ver desfilar nos nossos écrans centenas de pessoas a serem injectadas, outras tantas transportadas em macas, outras ainda entubadas e sujeitas a tratamentos que nos arrepiam. É um desfile de gente, irmanada no estatuto comum de doentes, actuais ou possíveis, dos quais nos pretendemos demarcar, situando-nos no grupo dos não infectados.

A minha casa é a pele que visto

A minha casa é a pele que visto

Os que amamos poderiam sempre demorar-se um pouco mais em nossos dias porque a saudade nunca estará preparada, deixaria de sê-lo; e jamais gavetas estarão vazias o suficiente para destinar amor ao esquecimento.

Um padre pode ser substituído por Inteligência Artificial?

Um padre pode ser substituído por Inteligência Artificial?

“É uma questão de tempo” – respondeu um jovem a quem fiz a pergunta que deixo no título. A convicção do jovem não se refere tanto à função de pastor de uma comunidade, mas tão só a dados que os sistemas de IA recolhem na rede e, em alguns casos, ao algoritmo que os combina para criar novos cenários, ideias ou até diferentes análises dos assuntos em tratamento, respondendo ao utilizador. [Texto de Alberto Teixeira]

Do que se fala e do que se devia falar

Do que se fala e do que se devia falar

O sofrimento que não projeta, não dá fotos, não dá audiências, é ignorado como se não existisse. Não é importante. Não tem qualquer destaque o que acontece com algumas famílias; o que acontece com adultos e crianças de todas as idades, se forem desconhecidos ou não tiverem razão de evidenciação. (Margarida Cordo)

Do que se fala e do que se devia falar

As urgências da humanidade

No anterior artigo que publiquei no 7MARGENS e no qual invoquei o Dia Mundial da Saúde Mental, prometi referenciar algumas urgências da humanidade, como proposta para construir a esperança num mundo melhor e, consequentemente, enfrentar e combater, no que de cada um depende, algumas fraturas relevantes da humanidade.

Relações falhadas

Relações falhadas

Vivemos em tempos que nos convocam ao equilíbrio. Estamos rodeados de desequilíbrio por todo o lado, tanto nos discursos como nas atitudes, por parte de muitos protagonistas na vida pública. Basta pensarmos na arena política (populismos de esquerda e direita), no desporto ou mesmo no campo das artes, mas também na vida privada, se considerarmos a violência doméstica e tantos outros crimes sociais. As sociedades necessitam de equilíbrio emocional, relacional, económico-financeiro e também espiritual.

Chega de rodeios!

Chega de rodeios!

Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.

A importância de desacelerar

Nas margens da filosofia (XLI)

A importância de desacelerar

Um dos alertas que nos foi dado pelo Papa Francisco na sua encíclica Laudato Si’ foi a necessidade de tomarmos consciência do ritmo frenético que se instalara nas nossas vidas. O termo por ele usado foi rapidación, essa velocidade imposta às acções humanas, fortemente contrastante com a lentidão natural da evolução biológica.”

O elogio do concreto em tempos de covid

O elogio do concreto em tempos de covid

A pandemia trouxe muitas alterações às nossas vidas. E uma delas é o novo modelo dos telejornais. Habituámo-nos a ver desfilar nos nossos écrans centenas de pessoas a serem injectadas, outras tantas transportadas em macas, outras ainda entubadas e sujeitas a tratamentos que nos arrepiam. É um desfile de gente, irmanada no estatuto comum de doentes, actuais ou possíveis, dos quais nos pretendemos demarcar, situando-nos no grupo dos não infectados.

A minha casa é a pele que visto

A minha casa é a pele que visto

Os que amamos poderiam sempre demorar-se um pouco mais em nossos dias porque a saudade nunca estará preparada, deixaria de sê-lo; e jamais gavetas estarão vazias o suficiente para destinar amor ao esquecimento.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest