AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

“Graves problemas” levaram à dissolução da Comunidade Loyola

Comunicado lacónico da diocese de Liubliana

“Graves problemas” levaram à dissolução da Comunidade Loyola

“Graves problemas relativos ao exercício da autoridade e à forma de convivência”: foi desta forma que o Dicastério para a Vida Consagrada do Vaticano justificou a decisão de “dissolver” a Comunidade Loyola, num comunicado difundido esta sexta-feira, dia 15 de dezembro, que confirma a notícia dada em primeira mão pelo 7MARGENS, no dia anterior. O Vaticano clarificou, assim, uma situação insustentável, mas, ao mesmo tempo, deixou por esclarecer várias perguntas.

Religiosas da Comunidade Loyola vão conhecer o seu futuro

Ainda os abusos do padre Rupnik

Religiosas da Comunidade Loyola vão conhecer o seu futuro

Todas as religiosas da Comunidade Loyola estão convocadas para o Arcebispado de Liubliana esta quinta-feira, 14, para serem informadas sobre o seu futuro e o futuro da instituição a que pertencem. Esta convocatória causou alguma estranheza entre as irmãs da Comunidade, visto que as comunidades se encontram espalhadas por vários países e continentes, o que significa que apenas as que estão na Eslovénia e, eventualmente, em Itália poderão corresponder à chamada.

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

Comissão para a Proteção de Menores

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

A Comissão Pontifícia para a Proteção dos Menores e das Pessoas Vulneráveis (CPPMPV) do Vaticano dirigiu recentemente a algumas ex-religiosas que se assumem como vítimas do padre Marko Rupnik uma carta, em que manifesta vontade de rever com elas o modo como foram tratadas por parte da Igreja. No entanto, o teor da missiva e os objetivos pretendidos levaram a quase totalidade das contactadas a recusar o encontro com a Comissão. (Manuel Pinto)

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

Com luz verde do Vaticano

Bispo de diocese eslovena aceitou incardinar o padre Rupnik

“Não se passou nada, está tudo bem!”, podia ser a frase adequada para aplicar ao padre Marko Rupnik que, depois de ter abusado anos a fio de religiosas, depois de ter sido excomungado, e de ostensivamente ter ignorado as penalizações aplicadas pela Companhia de Jesus a que pertenceu, acaba de ser incardinado numa diocese da Eslovénia, com luz verde do Vaticano.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho

Análise

Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho

O caso Rupnik levanta problemáticas que, de um modo geral, a Igreja tem escamoteado e que se relacionam com o abuso de pessoas adultas, especialmente mulheres e, em particular religiosas. Por um lado, o atual quadro normativo eclesiástico fala sempre, a propósito de vítimas de abusos, de “crianças e outras pessoas vulneráveis”. Mas tudo depende do conceito de pessoas vulneráveis com que se opera.

“Graves problemas” levaram à dissolução da Comunidade Loyola

Comunicado lacónico da diocese de Liubliana

“Graves problemas” levaram à dissolução da Comunidade Loyola

“Graves problemas relativos ao exercício da autoridade e à forma de convivência”: foi desta forma que o Dicastério para a Vida Consagrada do Vaticano justificou a decisão de “dissolver” a Comunidade Loyola, num comunicado difundido esta sexta-feira, dia 15 de dezembro, que confirma a notícia dada em primeira mão pelo 7MARGENS, no dia anterior. O Vaticano clarificou, assim, uma situação insustentável, mas, ao mesmo tempo, deixou por esclarecer várias perguntas.

Religiosas da Comunidade Loyola vão conhecer o seu futuro

Ainda os abusos do padre Rupnik

Religiosas da Comunidade Loyola vão conhecer o seu futuro

Todas as religiosas da Comunidade Loyola estão convocadas para o Arcebispado de Liubliana esta quinta-feira, 14, para serem informadas sobre o seu futuro e o futuro da instituição a que pertencem. Esta convocatória causou alguma estranheza entre as irmãs da Comunidade, visto que as comunidades se encontram espalhadas por vários países e continentes, o que significa que apenas as que estão na Eslovénia e, eventualmente, em Itália poderão corresponder à chamada.

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

Comissão para a Proteção de Menores

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

A Comissão Pontifícia para a Proteção dos Menores e das Pessoas Vulneráveis (CPPMPV) do Vaticano dirigiu recentemente a algumas ex-religiosas que se assumem como vítimas do padre Marko Rupnik uma carta, em que manifesta vontade de rever com elas o modo como foram tratadas por parte da Igreja. No entanto, o teor da missiva e os objetivos pretendidos levaram a quase totalidade das contactadas a recusar o encontro com a Comissão. (Manuel Pinto)

Vaticano quis reunir com vitimas de Rupnik, mas estas recusaram as condições

Com luz verde do Vaticano

Bispo de diocese eslovena aceitou incardinar o padre Rupnik

“Não se passou nada, está tudo bem!”, podia ser a frase adequada para aplicar ao padre Marko Rupnik que, depois de ter abusado anos a fio de religiosas, depois de ter sido excomungado, e de ostensivamente ter ignorado as penalizações aplicadas pela Companhia de Jesus a que pertenceu, acaba de ser incardinado numa diocese da Eslovénia, com luz verde do Vaticano.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho

Análise

Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho

O caso Rupnik levanta problemáticas que, de um modo geral, a Igreja tem escamoteado e que se relacionam com o abuso de pessoas adultas, especialmente mulheres e, em particular religiosas. Por um lado, o atual quadro normativo eclesiástico fala sempre, a propósito de vítimas de abusos, de “crianças e outras pessoas vulneráveis”. Mas tudo depende do conceito de pessoas vulneráveis com que se opera.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas novidade

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.