Não há memória de, no Festival de Woodstock – que tantos compararam por estes dias à Jornada Mundial da Juventude – os jovens terem despertado tão cedo, nem tão entusiasmados. É certo que a atuação do padre e DJ Guilherme – que começou pouco depois de os primeiros raios de sol pintarem com uma luz única o Campo da Graça, em Lisboa – ajudou. Mas o principal motivo por trás dos milhares de olhos, brilhantes de alegria e expetativa, era outro: o Papa chegaria dentro de pouco tempo, e pelas movimentações no descampado a perder de vista, todos – até os muitos que tinham ficado do outro lado do rio Trancão – iriam ter oportunidade de vê-lo.












