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Uma experiência na construção da democracia:  O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Uma experiência na construção da democracia: O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Este ano, celebram-se os 50 anos do 25 de abril de 1974, data que assinala o fim da ditadura em Portugal.  Ao som da melodia da música “Liberdade”, de Sérgio Godinho, o país testemunhou uma série de conquistas democráticas que moldaram sua história. Nessa época, uma das prementes necessidades básicas da população portuguesa, a que era essencial responder, foi o direito de aceder a cuidados de saúde. Em linha com esta necessidade foi criado, em 1975, o Serviço Médico na Periferia (SMP). [Texto de Marta Cerqueira]

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

Entrevista à presidente da Associação Portuguesa

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Morrem 13 milhões por ano por causa do ar tóxico

Níveis da OMS desrespeitados

Morrem 13 milhões por ano por causa do ar tóxico

A contaminação do ar e da água, as radiações ultravioletas, o uso de pesticidas, de substâncias químicas e outros fatores de risco ambiental causam a morte a mais de 13 milhões de pessoas por ano. No encerramento da sexta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-6), na última sexta-feira, 1 de março, Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou para as consequências do ar tóxico.

Instituições portuguesas apoiam doentes oncológicos em Moçambique

Projeto OncoInvest

Instituições portuguesas apoiam doentes oncológicos em Moçambique

O Projeto OncoInvest, financiado pelo Instituto Camões e pela Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), irá contribuir, ao longo dos próximos três anos, para “melhorar o acompanhamento clínico e a adequação da terapia dos doentes oncológicos em Moçambique, através do reforço dos meios de diagnóstico e das competências dos profissionais de saúde”, referem os serviços de comunicação da FCG.

Ver teatro que “humaniza” e aprender a “salvar a natureza”? É no Seminário de Coimbra

Atividades abertas a todos

Ver teatro que “humaniza” e aprender a “salvar a natureza”? É no Seminário de Coimbra

Empenhado em ser “um lugar onde a Cultura e a Espiritualidade dialogam com a cidade”, o Seminário de Coimbra acolhe, na próxima segunda-feira, 26, a atividade “Humanizar através do teatro – A Importância da Compaixão” (que inclui a representação de uma peça, mas vai muito além disso). Na terça-feira, dia 27, as portas do Seminário voltam a abrir-se para receber o biólogo e premiado fotógrafo de natureza Manuel Malva, que dará uma palestra sobre “Salvar a natureza”. 

Últimos dois grandes hospitais a funcionar em Gaza arriscam “colapso total”

Cruz Vermelha alerta

Últimos dois grandes hospitais a funcionar em Gaza arriscam “colapso total”

Não é uma novidade: desde 7 de outubro que os serviços de saúde na Faixa de Gaza têm vindo a lutar com dificuldades cada vez maiores. Mas chegou o ponto em que apenas dois grandes hospitais da região “sobrevivem” e estão, eles próprios, “no meio das atuais hostilidades”. Se não forem tomadas “ações concretas urgentes” para preservar o acesso a cuidados médicos vitais e de emergência, estes entrarão em “colapso total” e “o mundo testemunhará incontáveis milhares de mortes evitáveis”, alerta o Comité Internacional da Cruz Vermelha, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 25 de janeiro.

O amor é descendente

O amor é descendente

Fui a um hospital privado para uma consulta. Na sala de espera, apesar de não estar muito cheia porque era mês de Agosto, encontravam-se pessoas com as mais variadas dificuldades. Umas em cadeira de rodas, outras de máscara de oxigénio para respirar, outras ainda com a debilidade estampada no rosto, nas mãos ou na marcha incerta. 

Aborto nos centros de saúde “põe em causa a saúde pública”

Médicos católicos alertam

Aborto nos centros de saúde “põe em causa a saúde pública”

A Associação de Médicos Católicos Portugueses (AMCP) opõe-se “firmemente” à realização de consultas de Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) nos centros de saúde, conforme proposto pelo ministro da Saúde, Manuel Pizarro, na semana passada. “A solução proposta gera legítimas preocupações de saúde pública, (…) é imprudente e põe em risco a saúde da mulher”, afirma a associação em comunicado enviado ao 7MARGENS.

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