De facto as religiões abraâmicas nunca souberam lidar de forma natural com a sexualidade humana. Na tradição cristã o pecado cheira a sexo. Parece que a escravatura, a exploração dos pobres pelos poderosos, o racismo, a xenofobia, a subjugação da mulher por uma organização patriarcal das sociedades, o roubo, as ofensas corporais, a violência doméstica, o genocídio, o comércio de armas de guerra, a fuga ao fisco, a pena de morte, o falso testemunho, a calúnia, a difamação, e tantos outros pecados não têm importância nenhuma quando comparados com as questões da sexualidade.








