[À Margem]
A “Magnifica Humanitas” na imprensa
“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”
O poder do dinheiro, a ética, Gaza e um novo Papa – e o que liga tudo isto?
No debate sobre as múltiplas razões que levaram ao recente desastre eleitoral em Portugal, pode acrescentar-se um outro elemento, que considero relevante: o poder do dinheiro.
O país da longa noite aziaga
Para tentar amenizar o profundo incómodo provocado pelo resultado eleitoral da extrema-direita, pode-se recorrer a alguma farmacologia textual. E, de entre os remédios literários ou ensaísticos que são as obras de Almeida Garrett, Antero de Quental, Eça de Queirós ou mais alguns outros, pode-se tomar um texto de Alberto Pimenta publicado há 30 anos, no Diário de Notícias, intitulado “Sobre os portugueses”.
Desarmemos as palavras para desarmar a Terra
“Está visto que o novo Papa tomou a paz como eixo do seu pontificado. Já está e certamente continuará a ser uma voz profética, num mundo mais sintonizado com a corrida às armas e as palavras armadas e armantes. Quem está disponível para o escutar?”
A beleza dos gestos
Agora que temos um novo Papa, depois de esperarmos entre um misto de ansiedade e de curiosidade, a escolha do nome Leão XIV, porque também o nome é um símbolo, será que vamos ter um Papa preocupado com o mundo e uma atualização da Doutrina Social da Igreja? E porque que é de gestos que falamos, partilho consigo, leitor e leitora, uma breve reflexão sobre gestos.
Tinha pensado voltar…
“Tinha pensado voltar aos EUA. Mas não, não irei. Não por medo de me não deixarem entrar nesse país agora cercado de arame farpado por todos os lados. Mas por desgosto, profundo desgosto, e vergonha alheia.”
Alguns escritos sobre o Papa
Sobre o Papa Francisco, há uma abundante bibliografia que dá a conhecer e compreender melhor diversas características do homem e dos seus desígnios para a Igreja e o Mundo. Oferecem agora estes livros uma ajuda para examinar o vastíssimo legado de que agora somos depositários e dele usufruir.
[À Margem]
A maldade de um homem contra o mundo – onde a empatia?
Não se trata de um conflito comercial. É o reflexo da maldade e falta de empatia que habita o coração de um homem (haverá coração ali?). A imposição de tarifas é uma guerra contra o mundo, disse o actual presidente americano. Mistério incompreensível, o da maldade.
Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade
Ao abrir um trajeto de três anos para uma Igreja Católica mais sinodal e, portanto, mais fiel ao Evangelho de Cristo Jesus, o Papa Francisco não deixa de apelar à paz nos quatro cantos do mundo e no coração de cada pessoa; não esquece o sofrimento, a indignidade e a crueldade com que são tratados tantos grupos humanos e tantos povos; nem os graves riscos de que sofre a nossa ‘casa comum’.
O poder do dinheiro, a ética, Gaza e um novo Papa – e o que liga tudo isto?
No debate sobre as múltiplas razões que levaram ao recente desastre eleitoral em Portugal, pode acrescentar-se um outro elemento, que considero relevante: o poder do dinheiro.
O país da longa noite aziaga
Para tentar amenizar o profundo incómodo provocado pelo resultado eleitoral da extrema-direita, pode-se recorrer a alguma farmacologia textual. E, de entre os remédios literários ou ensaísticos que são as obras de Almeida Garrett, Antero de Quental, Eça de Queirós ou mais alguns outros, pode-se tomar um texto de Alberto Pimenta publicado há 30 anos, no Diário de Notícias, intitulado “Sobre os portugueses”.
Desarmemos as palavras para desarmar a Terra
“Está visto que o novo Papa tomou a paz como eixo do seu pontificado. Já está e certamente continuará a ser uma voz profética, num mundo mais sintonizado com a corrida às armas e as palavras armadas e armantes. Quem está disponível para o escutar?”
A beleza dos gestos
Agora que temos um novo Papa, depois de esperarmos entre um misto de ansiedade e de curiosidade, a escolha do nome Leão XIV, porque também o nome é um símbolo, será que vamos ter um Papa preocupado com o mundo e uma atualização da Doutrina Social da Igreja? E porque que é de gestos que falamos, partilho consigo, leitor e leitora, uma breve reflexão sobre gestos.
Tinha pensado voltar…
“Tinha pensado voltar aos EUA. Mas não, não irei. Não por medo de me não deixarem entrar nesse país agora cercado de arame farpado por todos os lados. Mas por desgosto, profundo desgosto, e vergonha alheia.”
Alguns escritos sobre o Papa
Sobre o Papa Francisco, há uma abundante bibliografia que dá a conhecer e compreender melhor diversas características do homem e dos seus desígnios para a Igreja e o Mundo. Oferecem agora estes livros uma ajuda para examinar o vastíssimo legado de que agora somos depositários e dele usufruir.
[À Margem]
A maldade de um homem contra o mundo – onde a empatia?
Não se trata de um conflito comercial. É o reflexo da maldade e falta de empatia que habita o coração de um homem (haverá coração ali?). A imposição de tarifas é uma guerra contra o mundo, disse o actual presidente americano. Mistério incompreensível, o da maldade.
Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade
Ao abrir um trajeto de três anos para uma Igreja Católica mais sinodal e, portanto, mais fiel ao Evangelho de Cristo Jesus, o Papa Francisco não deixa de apelar à paz nos quatro cantos do mundo e no coração de cada pessoa; não esquece o sofrimento, a indignidade e a crueldade com que são tratados tantos grupos humanos e tantos povos; nem os graves riscos de que sofre a nossa ‘casa comum’.
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