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Do “não ter onde assentar a cabeça” ao alheamento do mundo

Do “não ter onde assentar a cabeça” ao alheamento do mundo

Jesus, que dizia de si próprio “não ter uma pedra onde assentar a cabeça”, rodeou-se de um grupo de discípulas e discípulos que o seguiam. Retiravam-se para a oração com frequência, mas viviam no mundo: eram pescadores, muitos deveriam ser agricultores, se tivermos em conta o tipo de simbologia utilizada por Jesus nas suas parábolas. Jesus falava de Deus a partir da linguagem comum do seu tempo e a partir das vivências daqueles que O ouviam. (Opinião de Teresa Toldy)

Número de abusadores dentro dos Jesuítas subiu para 12. Já todos morreram

Após estudo da Comissão Independente

Número de abusadores dentro dos Jesuítas subiu para 12. Já todos morreram

Cresceu para 12 o número de alegados abusadores de crianças e jovens identificados pela Província Portuguesa da Companhia de Jesus (PPCJ) no âmbito das suas atividades: mais concretamente, 11 padres jesuítas e um leigo, todos eles “já falecidos”. O estudo da Comissão Independente permitiu atualizar o balanço que havia sido feito pela ordem religiosa em setembro do ano passado.

Penitência! Penitência! Penitência!

Penitência! Penitência! Penitência!

Folheei, com a atenção possível, tendo em conta o horror sentido, o relatório apresentado pela comissão nomeada pela Igreja, a fim de analisar os abusos sexuais praticados em contexto eclesial. Procurei o que lá não está: o nome das comunidades em que tais actos foram praticados, o nome das paróquias e freguesias onde cresceram os abusadores. (Opinião de Ruy Ventura)

Abusos na Igreja

Costa elogia coragem e admite tirar lições para outros domínios

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou nesta terça-feira que a informação contida no relatório da Comissão Independente (CI) para os Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja em Portugal “obviamente choca toda a sociedade, nos perturba a todos, porque não sinaliza só abusos sobre crianças no seio da Igreja ou nos espaços da Igreja” mas traduz “uma realidade transversal à sociedade”.

Com mais de 100 alegados abusadores vivos, Igreja tem de “atuar”, diz comissão

Estudo faz recomendações concretas

Com mais de 100 alegados abusadores vivos, Igreja tem de “atuar”, diz comissão

O coordenador da Comissão Independente (CI) para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica em Portugal, Pedro Strecht, estima que mais de uma centena dos religiosos apontados como alegados abusadores ainda se encontrem vivos, e alguns deles no ativo. Face ao elevado risco de reincidirem no mesmo crime, o relatório pede medidas concretas da parte da Igreja, a começar pelo impedimento de que essas pessoas estejam na proximidade de crianças e jovens.

Do “não ter onde assentar a cabeça” ao alheamento do mundo

Do “não ter onde assentar a cabeça” ao alheamento do mundo

Jesus, que dizia de si próprio “não ter uma pedra onde assentar a cabeça”, rodeou-se de um grupo de discípulas e discípulos que o seguiam. Retiravam-se para a oração com frequência, mas viviam no mundo: eram pescadores, muitos deveriam ser agricultores, se tivermos em conta o tipo de simbologia utilizada por Jesus nas suas parábolas. Jesus falava de Deus a partir da linguagem comum do seu tempo e a partir das vivências daqueles que O ouviam. (Opinião de Teresa Toldy)

Número de abusadores dentro dos Jesuítas subiu para 12. Já todos morreram

Após estudo da Comissão Independente

Número de abusadores dentro dos Jesuítas subiu para 12. Já todos morreram

Cresceu para 12 o número de alegados abusadores de crianças e jovens identificados pela Província Portuguesa da Companhia de Jesus (PPCJ) no âmbito das suas atividades: mais concretamente, 11 padres jesuítas e um leigo, todos eles “já falecidos”. O estudo da Comissão Independente permitiu atualizar o balanço que havia sido feito pela ordem religiosa em setembro do ano passado.

Penitência! Penitência! Penitência!

Penitência! Penitência! Penitência!

Folheei, com a atenção possível, tendo em conta o horror sentido, o relatório apresentado pela comissão nomeada pela Igreja, a fim de analisar os abusos sexuais praticados em contexto eclesial. Procurei o que lá não está: o nome das comunidades em que tais actos foram praticados, o nome das paróquias e freguesias onde cresceram os abusadores. (Opinião de Ruy Ventura)

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Costa elogia coragem e admite tirar lições para outros domínios

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou nesta terça-feira que a informação contida no relatório da Comissão Independente (CI) para os Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja em Portugal “obviamente choca toda a sociedade, nos perturba a todos, porque não sinaliza só abusos sobre crianças no seio da Igreja ou nos espaços da Igreja” mas traduz “uma realidade transversal à sociedade”.

Com mais de 100 alegados abusadores vivos, Igreja tem de “atuar”, diz comissão

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O coordenador da Comissão Independente (CI) para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica em Portugal, Pedro Strecht, estima que mais de uma centena dos religiosos apontados como alegados abusadores ainda se encontrem vivos, e alguns deles no ativo. Face ao elevado risco de reincidirem no mesmo crime, o relatório pede medidas concretas da parte da Igreja, a começar pelo impedimento de que essas pessoas estejam na proximidade de crianças e jovens.

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