Faz agora quase um ano pintei no meu atelier, durante cinco semanas quase sem parar, com duas outras artistas, os poemas da Sophia escolhidos para integrarem um Memorial evocativo do centenário do seu nascimento.
Faz agora quase um ano pintei no meu atelier, durante cinco semanas quase sem parar, com duas outras artistas, os poemas da Sophia escolhidos para integrarem um Memorial evocativo do centenário do seu nascimento.
Escrevo com vontade de pintar. É dessa possibilidade que construo esta crónica. Há dias recebi em nossa casa uma amiga que não via há algum tempo. Encontrámo-nos primeiro no meu ateliê de pintura…
Tenho tido a sorte de acompanhar, desde 2016, a apresentação dos Projetos Partis (Práticas Artísticas para a Inclusão Social) na Gulbenkian e em todos respiramos com emoção a frescura da criação artística onde os protagonistas são pessoas normalmente esquecidas por nós.
Na continuação das duas crónicas anteriores sobre projetos de vizinhança na Rua da Páscoa em Lisboa, apresento outro que ganhou vida há um ano e pode ser o mote para outros projetos locais. Desta vez vou contar-vos como uma ideia que valorizou o coletivo e a beleza ajudou a desbloquear medos, ansiedades e sofrimentos.
Durante as entrevistas que fiz aos moradores, e antes de iniciarmos o trabalho de pintura em madeira com diferentes parcelas de céu que enfeitaram as portas da rua durante o mês de junho do ano passado, coloquei uma pergunta aos vizinhos sobre o que têm encontrado de belo na Rua da Páscoa desde que aí mora.
A rua é a Rua da Páscoa na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, onde “mora” há 25 anos o meu ateliê de Pintura da Azulejos e Artes Plásticas e que levou a este comentário da minha neta mais velha num dos passeios a caminho do ateliê.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Faz agora quase um ano pintei no meu atelier, durante cinco semanas quase sem parar, com duas outras artistas, os poemas da Sophia escolhidos para integrarem um Memorial evocativo do centenário do seu nascimento.
Escrevo com vontade de pintar. É dessa possibilidade que construo esta crónica. Há dias recebi em nossa casa uma amiga que não via há algum tempo. Encontrámo-nos primeiro no meu ateliê de pintura…
Tenho tido a sorte de acompanhar, desde 2016, a apresentação dos Projetos Partis (Práticas Artísticas para a Inclusão Social) na Gulbenkian e em todos respiramos com emoção a frescura da criação artística onde os protagonistas são pessoas normalmente esquecidas por nós.
Na continuação das duas crónicas anteriores sobre projetos de vizinhança na Rua da Páscoa em Lisboa, apresento outro que ganhou vida há um ano e pode ser o mote para outros projetos locais. Desta vez vou contar-vos como uma ideia que valorizou o coletivo e a beleza ajudou a desbloquear medos, ansiedades e sofrimentos.
Durante as entrevistas que fiz aos moradores, e antes de iniciarmos o trabalho de pintura em madeira com diferentes parcelas de céu que enfeitaram as portas da rua durante o mês de junho do ano passado, coloquei uma pergunta aos vizinhos sobre o que têm encontrado de belo na Rua da Páscoa desde que aí mora.
A rua é a Rua da Páscoa na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, onde “mora” há 25 anos o meu ateliê de Pintura da Azulejos e Artes Plásticas e que levou a este comentário da minha neta mais velha num dos passeios a caminho do ateliê.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinas novidadeNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
[Arquipélago Jerusalém]
O meu tio Fred novidadeContra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Bíblia da CEP
Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidadeA Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.
Ano Jubilar Sta Beatriz da Silva
50 anos da canonização – A primeira santa portuguesa “praticou a caridade de forma assídua” novidadeA Ordem da Imaculada Conceição celebra neste sábado, 3 de outubro de 2026, a data principal do seu Ano Jubilar: é o dia em que comemoramos os 50 anos da canonização da nossa primeira santa portuguesa e madre fundadora Beatriz da Silva.
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